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Não são apenas os alunos do Colégio Friburgo que têm um novo uniforme. Os uniformes dos alunos da Educação Infantil da Casinha Pequenina tiveram modificações para seguir os mesmos padrões adotados pelo Friburgo e se adequar ao novo desenho da marca.
São diversas opções de peças: camisetas, calça e blusão de moleton felpado, ciclista e calça bailarina, além de calças, bermudas, saia short e blusão de tactel.
O uniforme foi desenvolvido, especialmente para o colégio, por uma estilista que priorizou não só a beleza e qualidade do produto, mas, principalmente, o conforto das crianças.
As peças já estão disponíveis para pronta-entrega na administração da Casinha Pequenina.
Na Casinha Pequenina, as crianças fizeram valer o ditado de que dia da mãe é para ser comemorado todos os dias. Na semana que antecedeu o dia 11, segundo domingo do mês de maio, cada turma realizou sua festa para as mamães. Em diferentes dias, sempre nos momentos de entrada e de saída, os pequenos realizaram apresentações especiais, tomaram lanche e deram às mamães um presente especial: uma cesta de café da manhã acompanhada por uma toalinha pintada pelos próprios alunos.
“Fizemos diversas festas para transformar essa hora em que as crianças e mães
passaram juntas na escola em momentos de intimidade e integração. Foi uma grande experiência porque as professoras discutiram com os mais velhos, de quatro a seis anos, toda a confecção da festa. Eles mesmos escolheram o tema e montaram a programação”, explica Maria Beatriz Telles, a Bia, Diretora de Educação Infantil.
Entre as apresentações, houve poesias e muita música. Em alguns casos, como nas poesias de Cecília Meirelles, que foram musicadas para serem cantadas pelas crianças, algumas mamães mais corujas foram às lágrimas. No final, todos se deliciaram com suco e bolo preparados pelos pequenos cozinheiros, que desde cedo já mostram talento para encantar os pais.
Convites, cartões e fris já estão prontos!
Como acontece desde a primeira Festa Junina do Friburgo, todos os alunos do colégio são convidados a criar desenhos para serem utilizados no material impresso da festa.
A equipe composta por Wilson Emerick (diretor), Amélia Gaulez (coordenadora), Ana Carolina Moreira Morgado, Francisco Ucha (Comunicação e Marketing), selecionou os melhores desenhos para serem utilizados em convites, cartões, cartazes e os “fris”, moeda oficial da festa. Clique aqui e assista um slideshow com os vencedores.
Com tantos trabalhos bonitos, a escolha realmente foi muito difícil. Por isso, resolvemos colocar mais alguns desenhos na nossa galeria. Confira!
Clique aqui e leia os depoimentos dos alunos vencedores.
Parece um paradoxo. Mas não é. Em um mundo cada vez mais individualizado, em que todos exigem que seus espaços sejam respeitados, invasões e guerras entre nações pelo domínio de regiões inteiras do planeta são cada vez mais comuns. Aproveitando a relevância do tema, as disciplinas de Geografia, Educação Física e Fisiologia e Comportamento implantaram este ano um projeto interdisciplinar para trabalhar de forma integrada o conceito de “limites e fronteiras” com os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo.
Comandadas pelos professores Cintia Siqueira, Leandro Duarte, Antonio Calligaris e Bruno Stefani, as aulas apresentaram aos estudantes não apenas a história do conceito, que existe desde o surgimento do homem no planeta, mas também permitiram que aprendessem na prática o que significa respeitar limites, sejam os seus, sejam os do outro.
Em Geografia, os alunos trabalharam com interpretação de textos, mapeamento geopolítico do planeta, identificando conflitos, e elaborando painéis temáticos nos quais identificaram as fronteiras culturais, econômicas, políticas, dinâmicas e as transgressões de fronteiras no mundo atual.
Já em Fisiologia e Comportamento, o foco foi nos limites de cada um nos aspectos físicos e sociais. Cada aluno foi convidado a realizar uma colagem mostrando como se vê e sobre como é visto pelos outros. Em Educação Física, o trabalho foi feito por meio de jogos propostos pelos professores e também elaborados pelos alunos. Aproveitando os conceitos discutidos em Geografia, eles montaram suas atividades em um croqui de quadra esportiva. A área da escola na Serra do Japi foi o local escolhido para a atividade de encerramento do projeto.
No Japi, os alunos puderam
traçar fronteiras e limites também em diversas atividades de exploração no meio ambiente local. Entre escaladas e trilhas, aprenderam que o respeito e o trabalho em equipe é a melhor maneira de transpor qualquer obstáculo. Clique aqui e veja as fotos desta saída pedagógica.
“A vivência em campo é única! Sair da teoria e ir para a prática propicia aos alunos uma nova aprendizagem. Os problemas e conflitos aparecem e são discutidos e resolvidos em grupo, Os conceitos trabalhados em sala de aula ganham outros significados quando observados e vividos no contexto de realidade. Foi um trabalho riquíssimo e a participação dos alunos superou as nossas expectativas. ”, explica Cíntia Siqueira, coordenadora do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental.
Mais que uma brincadeira, essas atividades representaram um grande aprendizado. Arbitrados e geridos pelos alunos, jogos e outras atividades promoveram a responsabilidade, o respeito ao coletivo, a ética e a autonomia, coisas que fazem toda a diferença na formação proporcionada pelo Friburgo. Mas não terminou. Agora, os estudantes trabalharão na disciplina de Fisiologia e Comportamento o conceito de atividade física e saúde, discutindo de forma crítica o culto ao corpo perfeito, algo que, nessa idade, persegue os adolescentes de forma mortal.
Na noite do dia 6 de maio, pais de alunos do Ensino Fundamental I (até 5º ano) e da Casinha Pequenina participaram de um encontro para conhecerem o processo pedagógico na disciplina de Artes.
O tema abordou desde o processo de trabalho com as crianças do simbólico e intuitivo até chegar aos desafios do 4º e 5º ano. Para facilitar a explicação sobre o trabalho, o processo foi dividido em três partes: a apreciação da arte, a reflexão proposta por professoras e desenvolvida pelos alunos e o fazer artístico propriamente dito.
“Os pais estavam descontraídos, fazendo perguntas e o frio só serviu para que todos ficassem ainda mais juntinhos, pois o teatro pouco a pouco foi enchendo”, contou a professora Keka.
Depois de toda a explanação sobre a didática utilizada pelo colégio, foi hora de fazer com que os pais vivenciassem um pouco da experiência de seus filhos. A professora Rosana contou aos pais a história Se a Criança Governasse o Mundo, de Marcelo Xavier. No texto do escritor o mundo seria perfeito nas mãos dos pequenos leitores. 
Pais viram artistas
O palco do teatro já estava preparado para receber os pais para uma interessante oficina, desenvolvida com o tema da história: se vocês fossem os governantes, o que fariam? E, com pincéis e tintas de todas as cores, os pais-artistas colocaram sua criatividade no papel.
O resultado foi impressionante! Clique aqui e assista ao slideshow ou veja todas as fotos da reunião.
Neste semestre, os alunos do 4º ano iniciaram o estudo sobre as civilizações pré-colombianas. Mas, muito melhor do que qualquer tipo de pesquisa é poder conhecer e vivenciar os valores culturais e as tradições dos povos nativos sul-americanos. Para isso, os alunos foram visitar a exposição “Tesouro dos Incas uma releitura da tradição milenar dos Andes”, no Club Transatlântico, localizado na Chácara Santo Antônio, no dia 7 de maio.
Além de conhecer as obras, eles encontraram um verdadeiro índio, nascido nas montanhas andinas. Roman Ketchua é artista plástico e participou da exposição que teve como principal objetivo desmistificar a imagem antiquada dos índios e integrá-los à modernidade. “Procuro transmitir a imagem exata do índio como ele é, em sua essência”, explica Ketchua.
Entre a apreciação das obras inspiradas nas antigas civilizações, os alunos receberam as explicações do próprio artista sobre a história que existe por trás das obras. Uma das peças de maior destaque na exposição é o Inti Raymi, que significa “rei Sol”, a figura central do calendário de astronomia existente na Porta do Sol, localizada na Cordilheira dos Andes, um dos principais pontos turísticos de Tiwanaku, na Bolívia.
CLIQUE AQUI e veja algumas fotos da visita.
Os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo estão aprendendo na prática que a arte grega não acabou após a conquista romana e nem mesmo com a queda do império no início da era medieval. Usando diversos materiais reciclados, eles construíram réplicas de aquedutos romanos, do Coliseu, de anfiteatros e templos gregos.
O trabalho foi desenvolvido durante as aulas de Artes. “Eles receberam a teoria, fizeram pesquisas sobre arquitetura grega e romana na Antiguidade e formaram grupos que escolheram qual estilo arquitetônico iriam trabalhar”, explica Márcia Sanchez da Cunha, professora de Artes. O resultado pode ser conferido agora nas salas das turmas A e B, onde estão as maquetes de caixa de papelão, cola, papel higiênico, tinta guache e muita criatividade. Clique aqui e veja as fotos.
Dezenas de habitantes da tribo Kuikurus, umas das 14 etnias que vivem no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, passam 45 dias por ano no sítio Toca da Raposa, em Juquitiba. Essa parceria, que existe há mais de dez anos, favorece e facilita o intercâmbio com estudantes, que podem vivenciar a cultura, costumes e hábitos indígenas.
No dia 23 de abril, quem teve essa incrível oportunidade foram os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo. Além de entrevistar o cacique da tribo, assistiram a apresentações de lutas e danças, experimentaram o biju com peixe assado – principal alimentação dos índios do Xingu, conheceram o artesanato, sementes e plantas que originam as tintas para a pintura corporal, entre outras coisas.
O melhor de tudo é que nossos alunos chegaram preparados para este encontro. Até mesmo o cacique Afukaka ficou impressionado com o conhecimento dos pequenos pesquisadores sobre o Parque Indígena do Xingu e a importância dos irmãos Villas Boas na defesa dos índios. Tudo porque as turmas estão estudando e pesquisando o assunto na sala de aula.
O trabalho de pesquisa teve início com a curiosidade de descobrir quem eram e como viviam os primeiros habitantes do Brasil e como foi o encontro com os portugueses. Estudaram algumas lendas no livro sobre os índios do Alto Xingu. Depois, divididos em duplas, os alunos pesquisaram diversos temas sobre os índios. A preparação foi tanta que muitos alunos já tinham suas perguntas na ponta da língua quando o ônibus saia da escola a caminho da Toca da Raposa.
Alunos mais do que curiosos
João Vitor conversou muito sobre o tema com a família e estava interessado em saber o significado da palavra kuikurus, além de querer saber o que é que os índios fazem quando não têm nada para fazer. João Pedro tentou encontrar na Internet o que significa o nome da tribo, mas não achou. Para Pedro Henrique a maior curiosidade era experimentar biju, a base da alimentação dos índios. Olívia queria saber sobre os costumes e Rafael sobre a cultura. Vitor compartilha da mesma dúvida de Bianca e de outras crianças: querem saber se os índios possuem documento de identidade e como sabem a idade deles. Já Marcela se interessa pelo artesanato e quer saber como eles fazem a flauta e o arco e flecha. E assim foi durante todo o trajeto. Perguntas, perguntas e mais perguntas.
Veja aqui um ÁLBUM DE FOTOS com o registro completo desta visita que os alunos fizeram à Toca da Raposa. Aproveite também para assistir ao SLIDESHOW que preparamos.
Assim que chegaram tiveram uma demonstração das tintas utilizadas para a pintura corporal dos índios. Sementes de urucum, jenipapo, óleo de pequi, tabatinga (tipo de argila branca retiradas do fundo dos rios), entre outras, foram apresentadas aos alunos. Logo depois, a maior dúvida foi esclarecida. A maioria das crianças quis fazer uma pintura no rosto justamente com o significado da palavra kuikurus: peixinho bicudo.
Diferentemente da nossa cultura, os homens são os que mais demoram a se arrumar para uma festa. Na sua tradição são os índios que mais querem chamar a atenção. As pinturas trazem diferentes significados, assim como os colares, cocares, cintos e adornos em geral.
Quanto à alimentação o cacique contou que os índios comem peixe e biju todos os dias, além de outras verduras e legumes que plantam na horta. Mas todos se preocupam com o coletivo sempre. “Nós todos da tribo somos unidos. Ninguém passa fome ou fica triste. Faz
parte da nossa tradição”, conta Afukaka, o cacique.
Afukaka contou também que está muito preocupado com o futuro do meio ambiente, principalmente com a preservação dos rios, já que vem de lá o principal sustento da tribo. “A poluição vai entrar e matar os peixes”, explica o cacique para as crianças. Ele também explicou que não está usando nenhum adereço ou pintura porque está de luto, já que seu tio, que era pajé da tribo, faleceu. Durante um ano o cacique guarda o luto que termina na festa do kuarup, quando o cacique (ou outros líderes da tribo) pode voltar a ter uma vida normal.
Todo mundo entrou na dança
Depois da apresentação da luta huka-huka, foi a hora das danças. Os alunos do Friburgo foram convidados a participar e todos entraram na roda, tocando instrumentos, aprendendo as coreografias e músicas. Foi muito divertido e emocionante. Para o aluno Lucas a parte mais legal do dia foi justamente poder participar das danças, além de entrar na oca. Maria Júlia também gostou muito da oca e sentiu falta das redes penduradas. O fato é que esta oca, três vezes menor do que as ocas que existem na tribo, é somente um exemplo para que os visitantes conheçam a “casa” dos índios.
Os monitores, que deram assistência aos alunos durante todo o dia, contaram que todos os índios que vieram para a Toca da Raposa foram instalados em um alojamento repleto de beliches. Sabe o que eles fizeram para poder dormir? Penduraram diversas redes de um beliche para o outro. Disseram que se dormirem no colchão acordam com muitas dores nas costas.
Os alunos retornaram para São Paulo conversando sobre o que aprenderam. Cada turma, agora, vai se preparar para o próximo destino: o Museu dos Índios, em Embu das Artes. Para concluir o projeto será apresentado um produto final de cada turma. Uma delas, por exemplo, vai elaborar um jornal com todas as notícias coletadas. Vamos aguardar!
CLIQUE AQUI para ler o relatório que os alunos fizeram sobre esta visita.
Entrar no universo artístico de Tarsila do Amaral é realmente um privilégio. Segundo Keka, professora de Artes, “é conhecer um pedacinho da nossa história e valorizar nossa cultura”. Pois foi exatamente o que aconteceu durante as aulas de Artes do curso curricular para os alunos de 4º e 5º anos.
Durante o primeiro
trimestre os alunos procuraram identificar os trajetos da artista que foi um importante ícone da Semana de Arte Moderna (1922), marco na história cultural e artística do Brasil. Observaram e identificaram as criações de Tarsila para depois dar movimento ao personagem antropofágico da artista, uma de suas obras mais conhecidas: o Abaporu.
Os alunos do 4º ano desenharam em papelão o Abaporu e o incluíram em novos cenários pintados com lápis aquarelado e giz pastel. O resultado foi surpreendente! Já os alunos do 5º ano criaram uma nova imagem para o Abaporu, brincando com as cores e o fundo. Além disso, realizaram uma composição com recorte e colagem, sendo a figura central uma silhueta em preto desenvolvendo a relação espacial, figura e fundo colorido com pintura em aquarela.
Para os alunos de 2º e 3º anos, o trabalho foi desenvolvido com outro artista, tão importante quanto a Tarsila, e que chama a atenção pelas suas obras coloridas: Alfredo Volpi.
“Inspirados nas obras de Volpi, os alunos geometrizaram as formas de seus desenhos e coloriram com lápis aquarela, com cores vibrantes, provocando ao olhar do observador diferentes sensações”, explica a professora.
Vale a pena conferir esta galeria de artes! Clique no link ao lado para ver 41 desenhos selecionados. Ou clique aqui para ver um lindo slideshow com estas obras de arte!



