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No dia 29 de abril (domingo) será realizada a etapa de Tênis de Campo das Clínicas Olímpicas Estadão, no Parque da Independência (anexo ao museu do Ipiranga).
O evento é destinado a crianças a partir de 8 anos, jovens e adultos, com palestra, atividades com raquetes e bolas, mini-jogo em duplas, gincanas e para finalizar um jogo exibição entre as ex-tenistas profissionais Patrícia Medrado e Luciana Tella.
É uma ótima oportunidade de participar de uma atividade esportiva em família!
Clique aqui e faça sua inscrição, gratuitamente, até 26 de abril.
Pedro Consorte (23 anos), ex-aluno do Friburgo, é contratado pelo Stomp, grupo que é reconhecido internacionalmente por misturar percussão, dança e teatro. É o quinto brasileiro a fazer parte deste grupo que conta com diferentes elencos pelo mundo. Pedro foi contratado para trabalhar na turnê européia, e Desde outubro de 2011 já se apresentou pela Rússia, Itália, Inglaterra, Alemanha, Áustria e Suíça.
Pedro começou cedo. Ganhou sua primeira bateria com 3 anos e teve o privilégio de nascer no meio de uma família de artistas, convivendo desde muito cedo com a música. Com 14 anos começou a se apresentar profissionalmente e não parou mais.
Durante o Ensino Médio, no Friburgo, conheceu o professor Cadu Granja que iniciou um projeto de percussão corporal no colégio. “Foi no Friburgo que comecei a estudar a técnica mais a fundo e me desenvolver. Hoje em dia a minha linha de trabalho é bastante baseada na percussão corporal e foi também por causa da minha boa técnica que eu passei nas audições do STOMP”, conta Pedro. Vale ressaltar que o professor se tornou seu parceiro de pesquisa.
“No Friburgo minha experiência foi muito bacana, porque existia bastante espaço para que os alunos experimentassem as possibilidades, sem a pressão de ter que fazer aquilo de uma forma competitiva ou profissional. Eu lembro que nossa turma, possivelmente contaminados pelas aulas de Cinema, Teatro, Música e Computação, criava roteiros de filmagem e saíamos pelo colégio gravando, editando vídeos e misturando ideias. Acho que essa liberdade para experimentar influenciou bastante nos meus gostos e, consequentemente, na minha formação híbrida.”
Logo que encerrou o Ensino Médio, em 2006, Consorte tinha dúvidas sobre a carreira que seguiria, por esta razão decidiu morar por um ano e meio na Inglaterra, estudando Inglês, fazendo cursos e viajando. No retorno ao Brasil entrou na PUC-SP para estudar Comunicação das Artes do Corpo. Cursou dois anos e meio até receber o chamado do Stomp. “Tive que trancar a faculdade, mas planejo voltar para terminá-la. Mudei para Brighton (Inglaterra), onde passei por um treinamento de 6 semanas. Hoje, tenho uma vida de nômade, viajando e conhecendo diferentes países e culturas e a rotina é de muito trabalho. Ensaiamos todo dia durante pelo menos 1 hora e fazemos shows praticamente todo dia, explica o ex-aluno.
Mensagem de Pedro Consorte para os alunos do Friburgo:
“Hoje em dia existe muita pressão em relação aos objetivos de vida, escolha de carreira, vestibular, etc. Mas o que a gente às vezes esquece é de prestar atenção nas coisas que gostamos de fazer e o que nos dá prazer. Quando você escolhe algo que gosta de fazer e se dedica, trabalha duro e observa, não tem erro! A gente tem que se arriscar nas possibilidades que aparecem durante a vida, até porque elas só aparecem uma vez. E, além disso, as escolhas são mutáveis. Poucas decisões são pra sempre e sempre dá pra redirecionar o alvo. O erro é importante e necessário no processo de qualquer aprendizado. O mais importante é continuar tentando e acreditando!”
Para conhecer o trabalho deste artista clique e veja um vídeo de percussão corporal e da apresentação do grupo em Moscou.
Aprovada em Biologia na USP a aluna credita seu sucesso a maneira como lidou com seus estudos no Friburgo. “Basta fazer todas as lições, prestar atenção nas aulas e estudar. Nada é impossível desde que a gente queira”, explica Elisa. A paixão da ex-aluna pela Biologia surgiu ainda quando estudava na Casinha Pequenina, graças ao contato com os animais, com a horta, árvores e plantas. Sua vontade é seguir na área da genética, quer fazer pós e mestrado também na USP e seu sonho é trabalhar no Projeto Tamar.
Leia abaixo o depoimento completo da ex-aluna.
Resolvi prestar somente a Fuvest, não fiz outro vestibular. Estava decidida a fazer faculdade na USP. Meus pais trabalham lá, minha mãe no Instituto de Bioquímica e meu pai no Instituto de Ciências Biomédicas.
Desde criança frequentava o clube da USP e sabia que queria estudar lá.
Quando eu estudava na Casinha me despertou a paixão pelos bichos e pela natureza. Vi o nascimento de um bezerrinho, aprendi a andar a cavalo no Pretinho e trabalhar com a horta. Lembro até hoje do dia dos animais onde cada aluno trazia seu bichinho de estimação para passar o dia na escola.
Fui para o vestibular achando que seria um teste. Não fiz cursinho e nem me dediquei totalmente porque tinha a intenção de viajar para os Estados Unidos para estudar inglês. Acabei conseguindo passar. Eram 120 vagas disponíveis para o curso de Biologia e fiquei em 143º. Com a desistência de alguns acabei conseguindo a vaga.
O Friburgo me deu uma boa base. Sempre fiz todas as lições e prestava muita atenção nas aulas. Se você estudar um pouco todos os dias, na hora da lição de casa, vai conseguir sedimentar a matéria e não ter dificuldade quando chegarem as provas.
Estou muito feliz na USP. É um sonho realizado. A faculdade é incrível e hoje, para mim, é o melhor lugar da Terra. Não são apenas aulas. Tem um projeto chamado Estação Biologia onde os alunos apresentam a faculdade e o curso. Assim você saber o que vai aprender e como será o curso.
Quero muito trabalhar com genética, pesquisas ou elaborando textos científicos. Outro sonho é poder um dia trabalhar no Projeto Tamar. Também penso em ser professora. Acho muito nobre poder passar para frente o seu conhecimento.
Quero continuar na USP depois do curso para fazer pós e mestrado. A universidade investe em projetos e pesquisas dos alunos, isso é muito legal.
Se nada disso der certo, vou virar ativista do Greenpeace!
O conselho que posso dar aos alunos que vão passar por um vestibular é que façam as provas com muita calma e tenham confiança. Ler cada uma das questões sem se sentir pressionado e acreditar que pode conseguir. Entrar em uma boa faculdade não é impossível para ninguém, basta querer, se dedicar e acreditar. Vale destacar também o apoio da família. Meus pais me mostraram o caminho certo e me apoiaram o tempo todo.





