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Dentro dos estudos de História, os alunos do 2º ano do Fundamental, juntamente com a professora Eliana Cardia (Liloca), montaram uma peteca, assim como os índios faziam.

Com areia, cascalho, saco plástico, tecido TNT, barbante e um sabugo de milho seco, surgiu um brinquedo que tem o nome de origem tupi: Pe Teka significa bater. Os historiadores contam que os índios montaram as primeiras petecas usando pedras e folhas de árvores amarradas em uma espiga de milho. Hoje a peteca está presente até nos jogos olímpicos, nas partidas de Badminton.

Além de aprender sobre a cultura e origem desta conhecida brincadeira de antigamente, a diversão da turma foi total.

Veja as fotos da atividade.

Imagem1Os alunos do 2º ano trabalharam com um tema de fundamental importância para as nossas vidas e para a vida do planeta: a água.

Gradualmente, as crianças aprenderam a reconhecer os vários fenômenos naturais relacionados à água observando, construindo e realizando muitos experimentos.
Uma das experiências realizadas no laboratório de Ciências foi a dissolução de diferentes substâncias na água. Os alunos puderam perceber como corante, areia, óleo e sal se dissolvem em contato com a água.

Depois foram ao laboratório para descobrir como podemos limpar a água quando ela está suja com o processo de separação das misturas. Por meio da filtragem (água misturada com areia) e da retirada do óleo misturado à água com uma pipeta, constataram que é possível retirar substâncias da água.

“Além de possibilitarmos condições significativas de aprendizagem, esse tema colaborou para que os alunos compreendessem a importância dos cuidados que devemos ter com as fontes de água do nosso planeta, contribuindo com a preservação ambiental e com a conservação de água potável para o aproveitamento das futuras gerações”, concluiu a professora Liloca.

Clique aqui para ler o relatório completo da atividade e veja as fotos.

Imagem2Durante as aulas do 2º ano do Fundamental, os alunos aprendem a desenvolver o raciocínio para resolver situações-problema de matemática e também a respeitar a opinião dos amigos e trocar conhecimentos.

“As situações-problema tornam significativo o saber matemático. Para solucioná-las os alunos utilizam estratégias próprias que são registradas através de desenhos e do uso da linguagem matemática. Diferentes maneiras são encontradas para se obter o resultado da situação, ou seja, cada criança encontra sua própria maneira de representá-la. Essas maneiras são socializadas por elas, contribuindo para a evolução de todo o grupo”, explica a professora Liloca.

Durante o primeiro semestre foram propostos diversos desafios utilizando jogos e situações-problema, com o objetivo de fazer as crianças formularem procedimentos de cálculos e estratégias pessoais de resolução, além de trocarem experiências. Socializar as diferentes estratégias possibilita a reflexão e a construção de novos conhecimentos.

Os resultados são excelentes e a explicação só pode estar na maneira como o aluno passa a se relacionar com a Matemática, considerando-a um desafio e não uma atividade mecânica.

Clique aqui e leia o relatório completo da atividade e veja as imagens.

Aos 93 anos, o dono da maior biblioteca particular da América Latina está abrindo seu baú de memórias para as crianças pela primeira vez. Na próxima terça-feira, 15 de abril, a partir das 19 horas, o empresário e escritor José Mindlin estará lançando em São Paulo seu mais novo livro Reinações de José Mindlin por ele mesmo. Na obra, ele relembra fatos engraçados, confusões, castigos e estripulias de sua infância, as chamadas reinações de um tempo que o próprio autor chama de “arco da velha”, mas que tem preciosas lições para transmitir às novas gerações.

O evento é organizado pela livraria Casa de Livros e pelo Colégio Friburgo. Além da presença do autor, que fará uma sessão de autógrafos, a programação contará com a declamação de poesias pelos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental do Friburgo e um coquetel. Os alunos também participam na ocasião do Projeto Vitrine, promovido pela livraria, e serão os responsáveis pela produção e decoração das vitrines da loja, inspirados nas reinações do famoso bibliófilo.

Um retrato do fantástico mundo do “arco da velha”

Como um avô que conta histórias para o seu neto, o escritor faz em Reinações de José Mindlin por ele mesmo um passeio por suas lembranças de menino na cidade de São Paulo. Fala sobre uma época em que o ensino de latim era obrigatório, meninos e meninas eram separados no recreio e os garotos usavam calças curtas como um tipo de uniforme. Dessa forma, consegue abordar com leveza assuntos como a Primeira Guerra Mundial e a Revolução de 1924, em São Paulo. No meio das lembranças, aparecem também importantes personagens da época, como Anna Pavlova e o presidente Washington Luiz.

Publicado pela Editora Ática, o livro está longe de ser uma lição de moral. É sim um diálogo aberto com as crianças, no qual as peripécias e descobertas infantis mostram-se atemporais e se confundem com uma verdadeira aula de História. E, claro, um exemplo de como a leitura pode transformar qualquer vida. Aliás, o amor aos livros está presente em toda a obra, nas recordações de Mindlin, de ter se tornado um leitor assíduo com apenas sete anos, e começado a visitar sebos com 13.

Tudo isso ganha contornos vívidos com as ilustrações da artista plástica e professora Luise Weiss, que faz colagem com fotos originais, desenhos e grafismos a partir do projeto gráfico desenvolvido por Diana, uma das filhas de Mindlin. O livro ainda apresenta a biografia do autor e alguns destaques de sua rara biblioteca, garimpados em várias partes do mundo.

Um leitor apaixonado

Costuma-se dizer que, como um bom romance, a vida de José Ephim Mindlin esconde uma surpresa em cada página. Filho de imigrantes russos, esse paulistano já foi um empresário muito bem sucedido, advogado, repórter e até secretário estadual de Cultura. Mas garante que só se tornou empresário por acaso. Tanto que tem dificuldades para explicar o que é um pistão, peça que a empresa por ele fundada, a Metal Leve, chegou a exportar para mais de 50 países.

A dificuldade desaparece quando o assunto passa a ser livros. Desde que entrou em um sebo pela primeira vez aos 13 anos, Mindlin apaixonou-se pela leitura. Tanto que não parou mais de adquirir livros e hoje conta em sua biblioteca com mais de 30 mil títulos e 45 mil volumes. Muitos deles, raridades. Como uma primeira edição de O Guarany, de José de Alencar, publicado em 1857, o manuscrito de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e um livro erótico de Carlos Drummond de Andrade, O Amor Natural, que teve apenas um exemplar impresso.

Sempre com um livro debaixo do braço, esse membro da Academia Brasileira de Letras, casado com dona Guita, pai e avô, é um dos raros habitantes de São Paulo que gosta de um congestionamento no trânsito. Assim, diz ele, é possível ter mais tempo para devorar um bom romance. Até pouco tempo, Mindlin lia de seis a oito livros por mês. Com problemas de visão, reduziu um pouco o ritmo, mas ainda continua acrescentando novas obras nesse “vício”, que já o fez ler mais de 8 mil volumes.

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