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No início de dezembro Keka Stabel, professora de Artes do Friburgo, foi convidada para participar do Programa Olga Bongiovanni e falar sobre as possibilidades de atividades para crianças durante as férias.

Além de apresentar a opção do curso de férias da Casinha Pequenina, aberto para crianças de 3 a 7 anos (clique aqui para maiores informações), Keka deu algumas ideias de trabalhos de artes, utilizando materiais que temos em casa, para que os pais possam fazer com seus filhos.
“Além de entreter as crianças é importante valorizar o seu potencial”, orientou a professora.

Clique no link abaixo e assista a participação da professora Keka.

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Os alunos dos 4º anos surpreenderam ao apresentarem a finalização do estudo de Ciências do 3º trimestre que teve como tema o “som”. 

Depois de tudo o que aprendeu a turma foi desafiada a criar um instrumento musical ou um dispositivo sonoro. Na última semana de aula os alunos trouxeram suas criações para mostrar para os colegas e explicar sua utilização.

No processo de planejamento refletiram e aplicaram o aprendizado anterior para testar suas invenções, aplicar as habilidades, modificar e melhorar seus projetos, ampliando a compreensão sobre o tema.

Durante as apresentações, os alunos demonstraram e explicaram como cada som é produzido, e como podem alterar sua altura e volume aumentando ou diminuindo a potência e frequência.

Enfim, as crianças finalizaram seu estudo com muito entusiasmo, alegria, criatividade e, o mais importante, com um aprendizado significativo.

Parabéns a todos!
Clique aqui e veja as fotos.

Esse foi o tema do projeto de alunos do 2º ano do Ensino Médio

Todos sabemos que o lixo é uma preocupação mundial. Mas apesar da popularização da palavra sustentabilidade, a consciência ambiental pouco cresceu.

Reduzir, reutilizar e reciclar. A fórmula é simples e a causa precisa ser levada a sério.
Coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar os diversos tipos de papéis, plásticos, metais e vidros.
A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos de reciclagem.
Para iniciar um processo de coleta seletiva é preciso avaliar, quantitativamente e qualitativamente, o perfil dos resíduos sólidos gerados. Essa foi a proposta de um grupo de alunos do 2o ano do ensino Médio.
O grupo fez uma provocação acadêmica na Liverdade 2009 indicando como mudar este cenário dentro da escola.
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
O que pode ser feito:
A maior parte do que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado. Separando os materiais que podem ser reciclados, a quantidade de lixo a ser coletado é muito menor.

Embalagens: ao comprar qualquer produto, não utilize várias embalagens (caixa + sacolinha + embrulho + sacolão + fitinha + etc). Não desperdice!
Reciclagem – uma alternativa
Cerca de 50% de todo material descartado como lixo pode ser recuperado como matéria-prima, sendo reutilizado na fabricação de um novo produto.
Quando pensamos na questão do lixo, o mais difícil de equacionar, e o que vai demandar maior pesquisa, é a destinação. Afinal de que adianta separar se não conhecemos o processo como um todo?
Para onde vai o nosso lixo depois que o lixeiro passa? Há alternativas? O que fazer com o lixo separado?
As alternativas de destinação atuais são ambientalmente satisfatórias? Como poderia melhorar? O que eu posso fazer?
Essas são as perguntas que precedem qualquer iniciativa relativa a lixo. Elas devem ser o fio condutor de nosso trabalho.
Afinal, se queremos participar devemos conhecer a fundo o processo de nossa cidade. Essas perguntas nos instrumentalizam para a mudança com os pés no chão. Não existem respostas universais. Dessa forma, não existe um sistema de coleta seletiva que possa ser considerado universal e aplicável a toda e qualquer situação.
Cada caso é um caso, cada cidade tem a sua peculiaridade e as questões condicionantes devem ser minuciosamente estudadas antes de escolhermos este ou aquele desenho de logística de coleta seletiva.
Sabe-se que cada paulistano produz entre 700 gramas a 1,5 quilos de resíduos por dia e infelizmente apenas 1% das 15.000 toneladas de lixo produzidas pela cidade passa pela coleta seletiva da prefeitura.

É lastimável que a metrópole que mais produz lixo na América do Sul não tenha políticas públicas de administração de resíduos sólidos compatíveis.

Qual a solução? O grupo apontou várias possibilidades.

1. Conscientizar por meio de palestras todos alunos do Colégio sobre a utilização correta das lixeiras, fazendo uma triagem inicial adequada;
2. Incentivar a entrega voluntária em postos dos supermercados Pão de Açúcar e Wal-Mart;
3. Criar a compostagem de orgânicos dentro do Colégio reduzindo o volume de material descartado drasticamente. Saibam que 57% do lixo de São Paulo é formado por restos de comida. O adubo produzido seria utilizado em uma horta e nos canteiros de plantas do Colégio.
4. Possuir uma central de reciclagem no Colégio;
5. Trabalhar associado com a coleta seletiva da capital e com cooperativas de catadores

A noite do dia 16 de novembro de 2009 entra para a história do Colégio Friburgo como uma noite repleta de conhecimento. O educador português José Pacheco passou duas horas e meia falando sobre sua experiência na Escola da Ponte, em Portugal.

A Escola da Ponte é uma instituição pública de ensino, fundada na década de 70, localizada na Vila das Aves, a 30 km da cidade do Porto. O seu início foi bem complicado com alunos que não sabiam ler e escrever e além de tudo muito revoltados. O grande objetivo de Pacheco era formar uma escola inclusiva com um grupo heterogêneo de alunos. O educador obteve sucesso, afinal, a Escola da Ponte se transformou em um modelo pedagógico que começa a servir de inspiração para outras escolas.

Pais, professores, coordenadores, representantes de outras escolas e outros convidados tiveram a oportunidade de escutar as maravilhosas histórias de José Pacheco, que acredita que cada pessoa aprende de uma maneira porque cada ser é único e quem vive sozinho não vive. Certamente todos saíram deste encontro com novas ideias, novos conceitos e reflexões sobre a educação.

Clique aqui e veja as fotos do evento.

A ex-aluna do Friburgo, Luiara Cavalheiro Machado Rego, que atualmente cursa uma faculdade de Pedagogia, deixou uma declaração que exprime toda a importância deste encontro:

“Gostaria de compartilhar a minha satisfação em ter participado desta maravilhosa palestra que nos faz refletir e repensar os “porquês” dos caminhos educacionais e os “porquês” dos objetivos escolares na formação de indivíduos na cidadania, como diria José Pacheco.
Como estudante de pedagogia, participar deste evento trouxe significados infinitos para minha formação como profissional comprometida com a busca pela qualidade de ensino.
Agradeço a oportunidade oferecida pelo Colégio Friburgo, pelo professor Ciro, sempre a frente das transformações necessárias para repensar a educação em busca do conhecimento.
Fico lisonjeada de fazer parte desta família friburguense”.

Para saber mais sobre a Escola da Ponte clique aqui.

Lembramos que os livros de José Pacheco citados abaixo estão disponíveis na Biblioteca do Friburgo e, em breve, teremos o DVD com a palestra completa realizada no Colégio.
Escola da Ponte – Formação e Transformação da Educação
A Escola da Ponte surgiu do desejo de criar uma escola que se diferenciasse do modelo tradicional. Por isso, a escola idealizada por José Pacheco, além de não possuir séries, testes, turmas ou aulas, também se diferencia pela forma de aprendizagem – por um lado os professores não se prendem a uma única turma ou disciplina e, por outro, os alunos, geralmente considerados crianças ou adolescentes problemáticos, desenvolvem tanto estudos individuais, que são mais tarde compartilhados com os demais colegas, quanto projetos de pesquisa, que são feitos em grupos formados de acordo com suas áreas de interesse.


Caminhos Para A Inclusão
Organizado por José Pacheco, ex-diretor da célebre Escola da Ponte, de Portugal, este livro reúne experiências bem-sucedidas, realizadas na Áustria, Islândia, Espanha e em Portugal, direcionadas à educação inclusiva em escolas obrigatórias desses países e tem como objetivo oferecer aos professores, pais e serviços de apoio, informações sobre práticas de educação escolar inclusiva.


Pequeno Dicionário de Absurdos em Educação
Ao reler algumas cartas antigas com sua neta Alice, o educador português José Pacheco reuniu algumas dúvidas e criou um bloco de notas ‘pretensamente clarificadoras’. Tantas foram as anotações e tão díspares as explicações que o autor aceitou o desafio de um amigo – elaborar um ‘Pequeno dicionário de absurdos em educação’.


Escola da ponte: um outro caminho para a Educação
Seleção de textos de Rui Castro, Filomena Matos, Rui Trindade, António Nóvoa, Ariana Cosmer, Fernando Ilídio Ferreira, Isabel Menezes, João Barroso, José Pacheco, Manuel Jacinto Sarmento, Maria Emília Brederode Santos, Teresa Vasconcelos


Sozinhos na escola

Por que escrever histórias? Porque as histórias, como a poesia, são uma linguagem do coração. O coração entende-as. E bate mais rápido. Uma história tem o poder de transformar uma pessoa.

Quando eu for grande quero ir à primavera e outras histórias
“Quando, em 1976, compreendemos que precisávamos mais de interrogações do que de certezas, empreendemos um caminho feito de alguns pequenos êxitos e de muitos erros, dos quais colhemos (e continuaremos a colher) ensinamentos”. São precisamente alguns destes ensinamentos e as histórias que os enformam que dão corpo a este livro de José Pacheco, compilado a partir dos seus artigos mensais publicados no jornal A Página da Educação.

Para Alice com Amor
Nhê porá tenundé é a expressão utilizada pelas tribos guaranis sobre o ensinar: “dizer as coisas com falas formosas”. Acreditam que assim os ensinamentos sobre o mundo, sobre a vida, serão aprendidos mais facilmente. José Pacheco, embora não seja um guarani, utilizou falas formosas para escrever este livro e refletir sobre Educação. Seu compromisso com uma escola de todos e para todos levou o autor a escrever “cartinhas” que podem ser lidas como histórias de um avô para sua netinha e como um alerta aos educadores comprometidos.

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