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Com a colaboração e contribuição de muitos alunos, desde o Fundamental I ao Ensino Médio, a turma do 3º ano do EM conseguiu atingir seu objetivo: arrecadar ovos de Páscoa para todas as crianças da Instituição Gotas de Flor com Amor.

Um pequeno grupo representou o 3º ano, Thais, Stephani e Pedro, juntamente com o aluno Mário (9ºA). Eles foram até a Instituição, que se localiza no Alto da Boa Vista, para entregar os ovos pessoalmente. A bibliotecária Mônica Blum acompanhou os alunos.

Logo que chegaram esconderam os ovos por todo o espaço. Depois chamaram as crianças para uma divertida brincadeira de caça ao tesouro! A alegria tomou conta de todos que participaram deste encontro.

“Foi uma satisfação muito grande poder participar deste projeto e ver as crianças tão felizes”, contou o aluno Mário no retorno para o Friburgo.

Clique aqui e veja as fotos dos nossos “coelhinhos da Páscoa”.

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Os alunos do 3º ano do Ensino Médio iniciaram as aulas especiais no período da tarde, no mês de março. Com uma linguagem de cursinho, os professores abordam matérias de 1º e 2º ano do Ensino Médio, em sistema de módulos, com o objetivo de auxiliar na preparação do aluno para os vestibulares e ENEM.
Inicialmente é feito um levantamento junto aos alunos sobre os temas de maior interesse para a montagem da grade. Além das matérias solicitadas pelos alunos, o módulo de redação é oferecido semanalmente. Os módulos são opcionais, assim o aluno pode frequentar todos os horários oferecidos ou apenas os das disciplinas que tem maior dificuldade.

Outro destaque são os simulados, realizados mensalmente para todos os alunos do Ensino Médio. “As provas são preparadas por cursinhos e baseadas em vestibulares como FUVEST, Unicamp e até mesmo o ENEM. É muito importante o aluno tomar conhecimento das suas dificuldades e facilidades e se preparar física e psicologicamente para uma prova de longa duração”, explica a coordenadora Vera Barreto.

Alunos do 8º, 9º e 1º ano do Ensino Médio têm duas aulas semanais destinadas ao aprendizado da língua espanhola dentro do currículo escolar. Este ano, os alunos contam com a orientação da professora Andréa Blasques, graduada em Letras pelo Mackenzie e com pós-graduação na PUC de São Paulo e Universidade Complutense de Madrid.

Durante três anos, os alunos podem aprender a língua que ganha cada vez maior destaque no cenário mundial, sendo apontado como o segundo idioma universal, logo após o inglês. A língua espanhola já ultrapassou todas as fronteiras que o Brasil tem com os países da América Latina e as relações comerciais do Mercosul. Atualmente, no mercado de trabalho, o domínio do idioma espanhol se tornou um importante diferencial.

“Durante as aulas trabalhamos com as diferenças que existem na língua de acordo com o país e região. Cada aluno pode buscar a maneira que mais se identifica, percebendo as variações do espanhol falado na Argentina, no Chile ou na Espanha”, explica a professora. O objetivo é fazer com que os alunos aprendam o básico e possam se aperfeiçoar.

O Colégio Friburgo teve participação destacada em um dos mais importantes eventos sobre educação do Brasil. Realizado entre os dias 23 e 25 de março, no Centro de Convenções do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, o Geduc 2011 – IX Congresso Brasileiro de Gestão Educacional e I Congresso Internacional de Gestão Educacional reuniu mais de 400 mantenedores, reitores, presidentes e dirigentes de instituições de ensino de todo o Brasil e do exterior na apresentação das mais modernas estratégias, ferramentas e práticas de sucesso na busca pela excelência na educação. Um dos pontos altos da programação foi a Sessão Internacional, realizada logo no primeiro dia, em que o professor Ciro Rodrigues de Figueiredo, presidente da Associação A Natureza do Ensino e diretor-geral do Friburgo, foi um dos palestrantes.

Com o tema “Gestão por Resultados”, esta edição do Geduc foi uma das melhores em termos de conteúdo e de participantes, com a presença de profissionais destacados no cenário educacional do Brasil e do mundo, diversas empresas patrocinadoras e expositoras e jornalistas especializados da mídia impressa e eletrônica. Entre eles, a especialista em liderança no setor educacional na Inglaterra, Alma Harris, da University of London, que falou sobre “Liderança e mudança em instituições e sistemas de educação”; o decano da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidad Católica de Chile, com “Os desafios em desenvolver bons professores”; o educador norte-americano Mark Weston, estrategista de educação da Dell Global, que abordou “Como a tecnologia pode beneficiar a aprendizagem”; e o também educador e sócio-fundador da Asociación para el Desarrollo de la Creatividad, da Espanha, Francisco Menchén Bellón, que tratou da “Criatividade: arte de reinventar a escola”.

Cada uma dessas conferências teve como contrapartida uma outra, em que especialistas brasileiros apresentaram o pensamento nacional sobre o mesmo tema. O professor Ciro Figueiredo, palestrante no tema “Criatividade: arte de reinventar a escola”, iniciou sua apresentação com o poema “Reinvenção”, de Cecília Meireles e apontou quatro fatores que normalmente estão ausentes na educação moderna, mas são essenciais a um plano de ensino dinâmico e que estimule a criatividade: a palavra como ato criador, o desejo de querer mais, o repertório da leitura, e a ousadia. “O professor precisa destes quatro e quem está à frente de uma instituição de ensina deve apoiar e dar condições para que os tenha. Também é fundamental repensar o papel do aluno nesse novo momento”, declarou o dirigente do Friburgo.

Ainda participaram do Geduc pelo Friburgo, José Carlos Martins, Rosimari Ussifati, Rosana Alves Moreira e Vera Márcia Barreto. Elas estiveram presentes em workshops que discutiram temas como os desafios atuais na direção e coordenação na dinâmica escolar, processos de avaliação e mediação de conflitos escolares. Além de apresentar a experiência do Friburgo, o Geduc também se transformou numa excelente oportunidade de garimpar novas experiências que poderão se transformar em inovações e melhorias nas diversas áreas de gestão do colégio. E apesar de se tratar de um congresso sobre gestão escolar, quem tem a lucrar, no final, são mesmo os alunos.

Trabalhar com o gênero literário das crônicas é parte do projeto de Língua Portuguesa para os alunos do 5º ano. Gustavo, hoje aluno do 8º, descobriu as crônicas quando estava no 5º ano e teve grande destaque em sua turma. Por esta razão, a professora Eliane Vasconcelos, responsável pelas aulas de Português do 5º ano, o convidou para conversar e contar um pouco da sua experiência para as turmas.

Algumas crônicas elaboradas por ele acabaram fazendo parte do material utilizado nas aulas. Durante o encontro Gustavo fez a leitura da sua crônica “Esquecido” e respondeu a algumas perguntas.

Uma das maiores curiosidades da turma era saber qual o autor preferido do Gustavo. E ele contou ter escolhido Luis Fernando Veríssimo como referência. As turmas do 5º ano também aproveitaram para perguntar como Gustavo iniciava seus textos. “Minhas crônicas eram baseadas sempre no meu cotidiano. O que acontecia comigo acabava indo parar nas minhas produções”, explicou  o jovem escritor.

Na opinião da orgulhosa professora que acompanhou o momento da descoberta, Gustavo deveria se dedicar as crônicas. “Além de escrever muito bem, ele tem excelentes ideias e é muito criativo. Precisava aproveitar todo esse potencial e não deixar este dom se perder”, disse Eliane.

Leia uma das crônicas que faz muito sucesso entre os alunos:

“Esquecido”
Gustavo Siqueira

Todo mundo já esqueceu algo em algum momento da vida, mas aquele homem era fora do normal, esquecia tudo!

Teve uma vez em que ele causou a maior confusão no restaurante procurando seu aparelho ortodôntico e adivinha onde estava? Na própria boca!

Também teve a vez que ele pagou o produto e não pegou, a vez que ele pediu para a empregada fazer o bolo do aniversário do filho (logo de manhã) e esqueceu para que era o bolo: comeu-o! Tomou banho, esqueceu de colocar a roupa e foi para uma festa (nu). Esqueceu seu próprio aniversário e recusou os presentes. Comeu um sanduíche e esqueceu-se de colocar o recheio. Ligou o fogão e se esqueceu de colocar a panela.

E o pior, sempre que ele se esquece de algo, alguém lhe pergunta:
– Você é muito esquecido?
E ele responde:
– Que eu me lembre, não!

Para tornar o aprendizado sobre os animais mais significativo, tema estudado em Ciências pelas turmas do 2º ano, os alunos fizeram uma visita ao Zoológico de São Paulo, o maior da América Latina.

A turma acompanhou e entendeu a rotina dos animais, coletou diversas informações como, por exemplo, dados sobre o comportamento e a alimentação. Todos fizeram suas anotações para depois, em sala de aula, dar sequência ao trabalho.

Foi um dia de muito trabalho e também muita diversão. Clique aqui e veja as fotos.

Com adesão quase total, os alunos do Fundamental II e Ensino Médio que se inscreveram para participar da Prova Multidisciplinar e Simulado, respectivamente, estiveram no Friburgo na manhã do sábado, 09 de abril.

Para a turma do 6º ano, os mais novos do Fundamental II e novatos na Prova Multi, tudo era novidade! Uma prova com questões de múltipla escolha, sobre diferentes disciplinas e, ainda ter que passar as respostas para um gabarito.

Além da possibilidade de somar até um ponto na média final de acordo com o resultado, esta prova serve como termômetro para que o aluno perceba quais são suas maiores dificuldades e facilidades.

Os resultados das provas estão disponíveis no site, na página de lição de casa.
Leia alguns depoimentos e veja as fotos:

Izabella – 6º ano – “Achei muito legal participar pela primeira vez desta prova. O mais complicado foi preencher o gabarito com as respostas”.
Rafaela – 6º ano – “A prova Multi é importante por ser uma preparação para as provas trimestrais. Precisa prestar muita atenção na hora de passar as respostas para o gabarito”.
Laura – 6º ano – “Achei que foi mais fácil do que imaginava e fiz a prova porque acho importante somar pontos na nota final”.

Fábio – 6º ano – “Foi tranqüilo fazer esta prova. Acho que é uma boa maneira de me preparar para as outras.”

Julia S. – 7º ano – “Fazer a prova Multi é uma maneira de estudar. Para mim a maior importância é que além de melhorar a nota você pode ver como está seu desempenho.”

Julia T. – 8º ano – “Achei que todo o conteúdo que aprendemos foi aplicado. A prova ajuda o aluno no resultado final, além de ser uma preparação para o vestibular.”

Eduardo – 9º ano – “Acho importante participar porque é uma maneira de estudar para as provas trimestrais.”

Bruno – 9º ano – “Gostei do tema da redação: Sustentabilidade. Além de nos preparar para o Enem e vestibulares a prova Multi te ajuda na nota. Acho que isto estimula os alunos a participar.”

Taís – 3º ano EM – “Achei o simulado bem difícil. Percebei que muitas coisas que já aprendemos eu esqueci e preciso rever.”

Stefani – 3º ano EM – “Usei todo o tempo disponível para fazer as 90 questões. É importante participar de Simulados para treinar para o vestibular”.

Ricardo Oliveira, pai do aluno Tiago, do 3ºA, esteve no Friburgo no início de abril para contar sua experiência vivida na Amazônia. Ricardo foi até Porto de Trombetas, cidade construída por uma empresa que extrai a bauxita para fazer latinhas de alumínio, para verificar os níveis de poluição do meio ambiente.

Entre outras coisas, ele contou que a maioria dos trabalhadores são índios que moram próximo a região.

Veja algumas curiosidades anotadas pelos alunos:

– Na Amazônia os insetos são maiores do que os de São Paulo.
– O boto cor de rosa não é mansinho, muito pelo contrário, ele é bem bravo.
– Na Amazônia se vê animais e insetos por toda parte. Você precisa olhar o sapato antes de calçar e não pode pendurar roupas no varal porque os macacos pegam para fazer seus ninhos.
– Na Amazônia chove todos os dias.
– Os animais mais perigosos da Amazônia são a onça pintada e a piranha.
– A cobra sucuri tem 8 metros e consegue engolir um bezerro inteiro. A anaconda e a sucuri são primas.
– Na cidade Porto de Trombetas a língua mais falada é Inglês.

Esta atividade mostrou mais uma vez a importância da integração família-escola. Agradecemos ao Ricardo a dedicação e disponibilidade neste importante encontro.

A turma do 3º ano tem trabalhado com o gênero literário das cartas, bilhetes e convites neste trimestre, durante as aulas de Português. Uma das primeiras atividades, após iniciar a leitura compartilhada do livro “1001 Fantasmas”, de Heloisa Prieto, foi a troca de correspondência com a turma do 4º ano.Além de divertido este projeto tem o objetivo de fazer com os alunos exercitem a escrita, aperfeiçoando seu vocabulário e leitura.

Valdemir, porteiro do Friburgo, fez o papel de “carteiro” e chegou na classe para distribuir as correspondências. O alvoroço foi grande, afinal todos queriam saber quais tinham sido as respostas dos amigos mais velhos sobre as experiências na escola.

Nas próximas aulas os alunos vão escrever cartas para familiares e vão até uma agência do Correio para conhecer o trabalho e também saber como é feita a postagem. Em tempos tecnológicos, a carta deu lugar a muitos e-mails que são transmitidos em segundos. Mas ainda assim, a correspondência – chegando por baixo da porta da maioria das casas – desperta a curiosidade e o interesse das pessoas.

Este gênero literário tem agradado muito esta turma, por isso, a bibliotecária Mônica Blum preparou algumas dicas de leitura seguindo o mesmo padrão: “Diário das Façanhas do Lobinho”, “O Carteiro Chegou”, “As Cartas de Ronroroso” e “A Incrível Aventura da Tia Dot”. Vale a pena fazer uma visita à Biblioteca Thiago de Melo e descobrir outros livros que têm suas histórias contadas por meio de cartas.

Clique aqui e veja o álbum de fotos.

As turmas do 1º ano do Ensino Médio têm dentro da sua grade horária semanal, aulas especiais de Primeiros Socorros. O professor responsável pela disciplina, Roberto Trindade, autor de dois livros a respeito do tema, explica que prevenir é o melhor remédio. “A prevenção do trauma é tão importante quanto o atendimento. O objetivo de um programa de prevenção é propiciar uma mudança no comportamento e no conhecimento dos alunos, ensinando o que fazer e, principalmente, o que não fazer em uma situação de emergência”, explica o professor.

Durante as aulas os alunos aprendem, por exemplo, como desobstruir as vias aéreas e as técnicas de liberação em caso de sufocamento. Com o auxílio de um manequim para treinamento, o professor demonstra a maneira correta de desenvolver as técnicas.

Segundo o prof. Roberto Trindade no Brasil a prevenção de trauma ainda esta na fase inicial e não dispõe de um modelo adequado. A atuação em áreas educacionais, pedagógicas, econômicas e sociais é escassa. Daí a importância de fazer um projeto como esse desenvolvido com os alunos do Friburgo.

Por ser pioneiro nessa disciplina, o trabalho desenvolvido no Colégio será tema da palestra de Trindade, convidado para participar do 3º Seminário Nacional de Atendimento Pré-hospitalar e de Resgate de Acidentados, que acontece em agosto deste ano.

A prevenção de trauma deve ser iniciada pela educação em massa da população, adicionando-se aos currículos escolares programas de primeiros socorros e prevenção de acidentes.

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