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GJA_3107Com o tema “As sete artes em movimento”, a performance do Núcleo de Artes ilustrou, com originalidade, temas que serão desenvolvidos durante todo ano: as artes plásticas com estátuas vivas, teatro, dança, cinema, música, literatura com texto de Clarice Lispector e fotografia no retrato dos alunos.
O grupo composto pelos professores Vênera, Keka e Claudia – Artes , Marcos – Teatro, Pedro Destro e Laura – Música, se apresentou durante a reunião de pais e intervalos durante a semana. Confira as fotos!

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Clique aqui e faça um Tour Virtual pelas instalações do Colégio Friburgo.

O Friburgo foi fundado em 1959 no bairro do Campo Belo e é uma das primeiras escolas vocacionais particulares de São Paulo. Desde o princípio, destacou-se por apresentar um projeto educativo democrático, atendendo famílias que priorizavam uma educação voltada para a formação de valores humanistas. Aliás, o nome de nosso colégio remete às pequenas cidades com autonomia na Alemanha – “os Freiburgen”.Em 1978, em um processo que culminou na fusão com a Escola Planalto, o Friburgo transferiu-se para a sua sede atual, na Granja Julieta. As características de uma chácara de bairro da nova localização vieram ao encontro de seu projeto educativo. A ampliação das instalações para 16 mil m² e os recursos naturais ali existentes proporcionaram condições especiais para o trabalho de educação ambiental desenvolvido pela escola.

Casinha Pequenina - Casa principal vista da entrada da escola
Vista da entrada da Casinha Pequenina

Em 1997, o Friburgo, incorporou a escola de Educação Infantil Casinha Pequenina, (foto) localizada no mesmo bairro, onde a natureza também está a serviço da aprendizagem. O local lembra uma chácara, onde crianças de um ano e meio a seis aprendem e brincam à sombra de araucárias, jardins, horta, e interagem diariamente com animais como coelhos, ovelhas, cabritos, patos, pavões, tartarugas, pássaros, pônei e vaca.

O projeto educativo do Friburgo vem sendo ampliado com a implementação da Estação Natureza do Ensino, um espaço de 400 mil m² de área própria localizada na reserva ambiental da Serra do Japi, no município de Cabreúva. Ao longo de sua história, o atendimento individualizado e a formação crítica e reflexiva são alguns dos fundamentos do trabalho.

O Friburgo sempre enfatizou uma atuação participativa de seus alunos na construção da aprendizagem e o resultado disso é uma formação acadêmica de qualidade, de pessoas com amplo sentido de cidadania, cooperação, sensibilidade nas relações humanas e competências para o mundo do trabalho.

Leia mais e veja a Linha do Tempo do Friburgo.

A noite do dia 16 de novembro de 2009 entra para a história do Colégio Friburgo como uma noite repleta de conhecimento. O educador português José Pacheco passou duas horas e meia falando sobre sua experiência na Escola da Ponte, em Portugal.

A Escola da Ponte é uma instituição pública de ensino, fundada na década de 70, localizada na Vila das Aves, a 30 km da cidade do Porto. O seu início foi bem complicado com alunos que não sabiam ler e escrever e além de tudo muito revoltados. O grande objetivo de Pacheco era formar uma escola inclusiva com um grupo heterogêneo de alunos. O educador obteve sucesso, afinal, a Escola da Ponte se transformou em um modelo pedagógico que começa a servir de inspiração para outras escolas.

Pais, professores, coordenadores, representantes de outras escolas e outros convidados tiveram a oportunidade de escutar as maravilhosas histórias de José Pacheco, que acredita que cada pessoa aprende de uma maneira porque cada ser é único e quem vive sozinho não vive. Certamente todos saíram deste encontro com novas ideias, novos conceitos e reflexões sobre a educação.

Clique aqui e veja as fotos do evento.

A ex-aluna do Friburgo, Luiara Cavalheiro Machado Rego, que atualmente cursa uma faculdade de Pedagogia, deixou uma declaração que exprime toda a importância deste encontro:

“Gostaria de compartilhar a minha satisfação em ter participado desta maravilhosa palestra que nos faz refletir e repensar os “porquês” dos caminhos educacionais e os “porquês” dos objetivos escolares na formação de indivíduos na cidadania, como diria José Pacheco.
Como estudante de pedagogia, participar deste evento trouxe significados infinitos para minha formação como profissional comprometida com a busca pela qualidade de ensino.
Agradeço a oportunidade oferecida pelo Colégio Friburgo, pelo professor Ciro, sempre a frente das transformações necessárias para repensar a educação em busca do conhecimento.
Fico lisonjeada de fazer parte desta família friburguense”.

Para saber mais sobre a Escola da Ponte clique aqui.

Lembramos que os livros de José Pacheco citados abaixo estão disponíveis na Biblioteca do Friburgo e, em breve, teremos o DVD com a palestra completa realizada no Colégio.
Escola da Ponte – Formação e Transformação da Educação
A Escola da Ponte surgiu do desejo de criar uma escola que se diferenciasse do modelo tradicional. Por isso, a escola idealizada por José Pacheco, além de não possuir séries, testes, turmas ou aulas, também se diferencia pela forma de aprendizagem – por um lado os professores não se prendem a uma única turma ou disciplina e, por outro, os alunos, geralmente considerados crianças ou adolescentes problemáticos, desenvolvem tanto estudos individuais, que são mais tarde compartilhados com os demais colegas, quanto projetos de pesquisa, que são feitos em grupos formados de acordo com suas áreas de interesse.


Caminhos Para A Inclusão
Organizado por José Pacheco, ex-diretor da célebre Escola da Ponte, de Portugal, este livro reúne experiências bem-sucedidas, realizadas na Áustria, Islândia, Espanha e em Portugal, direcionadas à educação inclusiva em escolas obrigatórias desses países e tem como objetivo oferecer aos professores, pais e serviços de apoio, informações sobre práticas de educação escolar inclusiva.


Pequeno Dicionário de Absurdos em Educação
Ao reler algumas cartas antigas com sua neta Alice, o educador português José Pacheco reuniu algumas dúvidas e criou um bloco de notas ‘pretensamente clarificadoras’. Tantas foram as anotações e tão díspares as explicações que o autor aceitou o desafio de um amigo – elaborar um ‘Pequeno dicionário de absurdos em educação’.


Escola da ponte: um outro caminho para a Educação
Seleção de textos de Rui Castro, Filomena Matos, Rui Trindade, António Nóvoa, Ariana Cosmer, Fernando Ilídio Ferreira, Isabel Menezes, João Barroso, José Pacheco, Manuel Jacinto Sarmento, Maria Emília Brederode Santos, Teresa Vasconcelos


Sozinhos na escola

Por que escrever histórias? Porque as histórias, como a poesia, são uma linguagem do coração. O coração entende-as. E bate mais rápido. Uma história tem o poder de transformar uma pessoa.

Quando eu for grande quero ir à primavera e outras histórias
“Quando, em 1976, compreendemos que precisávamos mais de interrogações do que de certezas, empreendemos um caminho feito de alguns pequenos êxitos e de muitos erros, dos quais colhemos (e continuaremos a colher) ensinamentos”. São precisamente alguns destes ensinamentos e as histórias que os enformam que dão corpo a este livro de José Pacheco, compilado a partir dos seus artigos mensais publicados no jornal A Página da Educação.

Para Alice com Amor
Nhê porá tenundé é a expressão utilizada pelas tribos guaranis sobre o ensinar: “dizer as coisas com falas formosas”. Acreditam que assim os ensinamentos sobre o mundo, sobre a vida, serão aprendidos mais facilmente. José Pacheco, embora não seja um guarani, utilizou falas formosas para escrever este livro e refletir sobre Educação. Seu compromisso com uma escola de todos e para todos levou o autor a escrever “cartinhas” que podem ser lidas como histórias de um avô para sua netinha e como um alerta aos educadores comprometidos.

IMG_5657No dia 20 de outubro, o Friburgo teve a grande satisfação de receber o poeta amazonense Thiago de Mello para inaugurar a placa da biblioteca, que a partir de hoje leva seu nome. Isto porque o poeta teve seu nome escolhido por alunos, pais, funcionários e toda a Comunidade Friburgo em uma eleição realizada na Semana do Livro de 2008.

O poeta – conhecido internacionalmente por sua luta em prol dos direitos humanos, da paz mundial e principalmente pela preservação do meio ambiente e da Amazônia, sua terra natal – participou de encontros com todos os alunos do Friburgo.

IMG_5625Primeiramente, em frente à biblioteca, os alunos do Fundamental I leram seus poemas elaborados parafraseando o “Os Estatutos do Homem”, de autoria de Thiago de Mello. Logo depois, cantaram o hino nacional e participaram da inauguração da placa com o nome da biblioteca. Thiago aproveitou para autografar as suas obras que fazem parte do acervo da Biblioteca do Friburgo.

IMG_5699No teatro, foi aplaudido em pé por todos os alunos do Fundamental II. Antes da homenagem feita pelos alunos que declamaram seu mais famoso poema, Thiago conversou com a turma sobre a importância dos temas que fazem parte do poema “Os Estatuto do Homem”, como respeito à natureza e ao ser humano. Clique aqui para ler o poema.

No final, ainda se encontrou com as turmas do Ensino Médio e falou muito sobre a Amazônia e a importância de preservá-la. Além do respeito ao meio ambiente, Thiago deixou para os alunos algumas palavras fundamentais para a vida como solidariedade, igualdade, amor e esperança.

A visita do poeta marcou o início da Mostra de Artes “Articulando”, que terá cinco dias de atividades culturais como oficinas, mesa redonda, apresentações musicais e teatrais, além da exposição de trabalhos dos alunos.

Foi uma manhã inesquecível e que, certamente, entra para a história das comemorações especiais do cinquentenário do Colégio. 

Clique aqui e veja a galeria de fotos.

DSC_5005Mais de três mil pessoas participaram da Festa Junina do cinquentenário do Friburgo no sábado, 20 de junho. O maior destaque ficou por conta das apresentações das danças inspiradas nas tradições da região norte do Brasil. As turmas apresentaram o Carimbó, Marujada, Bumba Meu Boi e a quadrilha tradicional. Isso, sem contar com a apresentação da “quadrilha circense” dos alunos do Ampliado. Todos demonstraram suas habilidades com os malabares, pernas de pau e inúmeras pirâmides humanas e acrobacias.IMG_0804

Os comes e bebes também estavam ótimos. Além dos já tradicionais doces e salgados muito bem preparados, tivemos também caldinhos e tapiocas recheadas que fizeram sucesso com o público.

Jogos e brincadeiras sempre atraem a garotada: pescaria, argola, boca do palhaço, corrida maluca, jogo da velha, touro mecânico, entre outras. A novidade foi a barraca da Fotoloucura, onde eram feitas montagens fotográficas na hora.

Os alunos do 9º ano e 3º ano do Ensino Médio estão de parabéns pela organização do trabalho nas barracas e também no bingo. Arrecadaram um valor significativo para auxiliar nas despesas das suas formaturas.

Vale lembrar que a Festa Junina do Friburgo tem sua renda revertida para projetos sociais desenvolvidos no Colégio. No segundo semestre iniciaremos os cursos de capacitação para mediação de leitura. Para maiores informações procure a Diretora de Assuntos Comunitários, Iracy Garcia.

Clique aqui e veja a galeria de fotos.

Imagem 066Antonio Peticov, pintor, desenhista, escultor e gravurista brasileiro, fez uma visita ao Friburgo, ao lado de sua esposa, para conhecer as instalações do colégio de seu amigo de infância, Ciro de Figueiredo.

Essa amizade, quase cinquentenária como o Friburgo, está prestes a ser responsável por um encontro muito especial. Antonio Peticov ficou impressionado com os trabalhos dos alunos e vai realizar, com eles, uma oficina de Artes.

Peticov é muito experiente e reconhecido mundialmente. Suas obras já participaram de exposições nas mais importantes galerias do mundo. Uma mostra do seu trabalho produzido  entre 2008 e 2009, pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, na Galeria Artestudio Mauro Chaves. A exposição Antonio Peticov: A Contemporaneidade de uma Tradição ficará até o dia 23 de maio, na Rua Mourato Coelho, 941, Vila Madalena.

Foto: site UOL

Para os internautas de plantão, vale também uma visita ao site do artista. Uma verdadeira vitrine onde gravuras, esculturas, instalações e desenhos estão expostos. Navegue nesta galeria clicando aqui.

E para aqueles que adorariam ter um encontro especial com artistas representativos da arte brasileira, Antonio Peticov montou juntamente com outros artistas o Núcleo de Arte Contemporânea (NAC) – uma escola de artista para formar artistas. Grupos de 20 alunos participam de oficinas semanais com a supervisão e orientação do artista plástico. Clique aqui para entrar no site e saber mais. 

Depois disso, mal podemos esperar pela próxima visita, quando registraremos todo o encontro de Peticov com os alunos do Friburgo.

img_0487Os alunos do 3º ano do Fundamental receberam em sala de aula uma visita muito especial: a diretora Iracy Garcia. Ela participou de um gostoso bate-papo com a turma para contar um pouco da história do Colégio que este ano completa 50 anos. Esta atividade fez parte do projeto de História e Geografia que tem o objetivo de abordar, durante o ano letivo, o registro e resgate de histórias. “Durante o ano os alunos vão preparar um verdadeiro livro de histórias. A primeira página será sobre as suas próprias histórias, depois virão as histórias do cinquentenário do Friburgo, dos índios do Alto Xingu e também a da cidade de São Paulo”, explica a professora Cláudia Giopatto. 

Iracy entrou na sala e tinha muito para contar, afinal em 50 anos o Friburgo colecionou muitas img_0495histórias. Desde a sede no Campo Belo, de 1959 a 1978, a escola foi crescendo. No início só existiam os cursos da Educação infantil, o Fundamental e Médio vieram durante o processo de crescimento. Mas as ideias, revolucionárias para a época, foram trazidas por educadores que acreditavam que os jovens tinham que crescer em meio à democracia e à liberdade.

“De onde veio o nome Friburgo?”, pergunta um dos alunos. “Foi dado devido aos ideais da escola”, contou Iracy. “Afinal, friburgos eram pequenos povoados onde as pessoas tinham liberdade de pensar e se comunicar. E é exatamente essa a nossa filosofia”, concluiu a diretora. A aluna Marcela complementa lembrando dos saguis que periodicamente aparecem por aqui: “Nesta escola também tem a liberdade para os animais”.

A turma ficou surpresa quando Iracy contou que neste espaço de 16 mil m2, onde é o Colégio, existia uma chácara e que diziam que na década de 50 o seu proprietário, um inglês chamado Stanley, recebeu a visita da rainha da Inglaterra.

img_0510A visita terminou empolgante da mesma maneira como começou. Todos queriam falar, perguntar, opinar. Os alunos foram desafiados a identificar os locais de algumas fotos antigas do Colégio. E não é que alguns perceberam direitinho cada um dos espaços, mesmo com tantas mudanças! Essas crianças sempre surpreendem…

E Iracy terminou a conversa (até que eles a encontrem pelo espaço da escola) falando sobre a importância de registrar uma história. “O Friburgo preserva a sua própria natureza, as fotos são muito importantes porque têm histórias para contar e nos ajudam a registrar e identificar todas as mudanças que ocorreram nestes 50 anos”, conclui emocionada, a educadora que participou de 31 anos desta bonita trajetória do Colégio Friburgo.

Depois da visita os alunos escreveram textos contando o que entenderam da história. Leia alguns detalhes destacados pelos alunos:
Sophia – “O Friburgo tentou preservar o máximo de árvores que tinham na chácara”.
Joana – “Tudo começou no quintal da casa de um casal que montou uma escola para os filhos e os amigos dos filhos”.
Marina – “Friburgo significa povoado, aldeia, viver em liberdade”.
Marcelo – “Em 2005 nós nos juntamos com o Costa Braga”.

Descubra e identifique estes locais da escola em fotos tiradas no início do Friburgo nesta unidade.
(Clique na imagem para ampliá-la.)
      

A família se envolve nas atividades do FriburgoNosso projeto educativo parte do pressuposto que aprender não é simplesmente reproduzir um conhecimento dado, mas sim, um processo interior de construção de significados. As situações de ensino são planejadas a partir do diagnóstico sobre conhecimentos prévios dos alunos, prevendo sempre o estímulo das operações de pensamento, porque é através de processos de comparação, identificação com semelhanças e diferenças, inferições, deduções e hierarquização das informações que se promove a contínua ampliação da rede de conhecimentos de cada indivíduo.

Escola e Família – Juntas na missão de educar para a responsabilidade
Para Hannah Arendt, “normalmente a criança é introduzida ao mundo pela primeira vez através da escola. No entanto, a escola não é de modo algum o mundo e não deve fingir sê-lo; ela é, em vez disso, a instituição que interpomos entre o domínio privado do lar e o Pais e alunos juntos no Friburgomundo, com o fito de fazer com que seja possível a transição, de alguma forma da família para o mundo” (Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1972). Nesse sentido, é preciso mais do que nunca, que família e escola sejam aliadas na educação das crianças e dos jovens desta sociedade em constante mutação em que vivemos.

Acreditamos que o processo de aprendizagem funciona como uma engrenagem, uma cadeia em que toda a comunidade escolar deve estar em sintonia. E que o ensino eficaz envolve professores capacitados e comprometidos com o processo de aprendizagem dos alunos, bem como pais presentes, atuantes e parceiros da escola.

A educação escolar assim como a concebemos, se amplia além da “formação acadêmica”. Consideramos função da escola, aliada às famílias, investir na construção da identidade voltada ao sentido de cidadania que lhe é implícito. A escola, por ser um laboratório vivo A reflexão para a construção do pensamentodas práticas sociais é, por excelência, o lugar onde as crianças e adolescentes tem a possibilidade de aprender a conviver e construir os valores democráticos para uma cidadania responsável, dentre os quais destacamos:
• o respeito às diferenças
• a solidariedade
• a responsabilidade
• a autonomia moral

É através da vivência cotidiana no ambiente escolar que esta construção se efetiva.

Diversos instrumentos, que atuam tanto no âmbito individual quanto no coletivo, possibilitam que, dia a dia, estes valores sejam incorporados. Dentre estes dispositivos podemos destacar alguns:
Momentos de reflexão (Individuais e coletivos) – Sob a mediação dos professores e coordenadores, situações de conflito interpessoais e de crise são objeto freqüente de análise.
Contratos didáticos e educacionais – Instrumentos formais que definem acordos realizados entre o(s) aluno(s) e professores/ coordenadores com o objetivo de cumprimento de trabalhos escolares (contratos didáticos) ou mudança de comportamento (contratos educacionais).
Assembléias de classe – Momento escolar organizado para que os alunos possam falar, discutir e encaminhar propostas sobre tudo o que possa otimizar o trabalho e a convivência. Participar do ritual da assembléia propicia o desenvolvimento do espírito democrático nas crianças e nos jovens.
Fichas de auto-gestão – Instrumentos de orientação que visam a organização pessoal e a auto-avaliação sistemática do cumprimento e da qualidade do trabalho produzido.

Leia mais:
Comunidade escolar em sintonia
Nossa prática educativa

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