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Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental colocaram as mãos na terra e inauguraram os canteiros preparados para o cultivo de uma horta.

A turma foi escolhida para iniciar o projeto já que tem o tema solo, como parte do estudo nas aulas de Ciências, com o material especial fornecido pela Sangari.

Usando as técnicas de manuseio da terra, as sementes de hortaliças foram plantadas. O próximo passo será acompanhar os processos de semeadura, adubação e colheita. Segundo a professora Stefânia Madureira, os alunos gostaram muito de participar desta atividade e agora estão ansiosos para ver o resultado.

“O foco principal de trabalhar com uma horta é integrar as diversas fontes e recursos de aprendizagens, gerando fonte de observação e pesquisa, exigindo uma reflexão por parte dos educadores e alunos envolvidos”, explica a coordenadora Eni Spimpolo.

Os canteiros estão no espaço do laguinho, em frente ao campo de futebol. Vale ressaltar que esta atividade faz parte do projeto que será enviado para o Programa das Escolas Associadas da Unesco.

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Durante as primeiras aulas de Português os alunos do 7º ano debateram sobre a importância dos cuidados com o meio ambiente e da busca pela sustentabilidade.

Não poderia ser diferente já que o ano de 2012 foi escolhido pela Unesco como o Ano Internacional da Energia Sustentável para todos e será bastante trabalhado ao longo do ano no Friburgo.

“Depois de discutir este assunto muito importante, os alunos produziram textos de maneira livre. Alguns optaram por história em quadrinhos, notícias, crônicas e textos bem variados”, explicou a professora Silvana Oliveira, responsável pelas aulas.

O resultado pode ser acompanhado nesta galeria.

Como é do conhecimento da maioria, o Colégio Friburgo possui uma extensa área na Serra do Japi, no município de Cabreúva. Esse espaço, localizado em uma APA – Área de Preservação Ambiental – se constitui em uma extensão preciosa da sala de aula, possibilitando inúmeras articulações com os conteúdos das diversas disciplinas e com os projetos de série.

No dia 06 de maio, os alunos do 8º ano realizaram na Serra do Japi, a atividade de fechamento do Projeto Interdisciplinar Limites e Fronteiras.

Desenvolvendo o trabalho de campo como uma etapa do projeto, foram realizadas atividades que proporcionaram aos alunos a observação e a vivência de todos os conceitos trabalhados em sala de aula pelas disciplinas de Geografia e Educação Física.

Esse processo resultou na transposição dos conceitos aprendidos para várias e diversas esferas da vida cotidiana, qualificando e significando a aprendizagem.

A disciplina de Geografia problematizou o tema a partir de textos e debates. Com isso, os alunos puderam perceber que cada tema (político, social, cultural e econômico) possui sua localização, produzindo diferentes fronteiras e / ou limites. Com o avanço e aprofundamento do debate, constataram que as fronteiras são modificadas de acordos com as dinâmicas e os significados que são dados aos temas. Foram também elaborados slides identificando as fronteiras culturais, econômicas, políticas, dinâmicas e transgressões de fronteiras.

Na Serra, conseguiram observar os diversos tipos de fronteiras, identificando cada uma delas no seu próprio ambiente. Explicações e orientações foram feitas com o objetivo de identificá-las com propriedade.

Em uma segunda etapa, ainda em sala de aula, os alunos foram convidados a criarem jogos com os conceitos de limites e fronteiras. Nesse contexto e paralelamente, as aulas de Educação Física tornaram-se um grande laboratório de experimentação e discussão das questões sobre o tema. Os alunos apresentaram os jogos elaborados pelos grupos, vivenciando os conceitos discutidos previamente nas aulas de Geografia.  Nessa etapa de transposição da teoria para a prática, problemas e conflitos apareceram e estes obrigaram os alunos a uma rediscussão das regras impostas para que o jogo acontecesse dentro do proposto. Alterando-se uma regra, altera-se o ritmo e o nível de dificuldade do jogo, conceito necessário de ser entendido dentro do tema, que depois de vivenciado foi compreendido e absorvido pelos alunos.

Fechando o dia na Serra do Japi, alunos e professores jogaram um dos jogos elaborados pelos alunos. Em clima de descontração, cooperação e saudável competitividade, uma grande integração foi promovida.

Toda e qualquer atividade fora do contexto escolar, mais precisamente fora da escola e da sala de aula, contempla objetivos específicos que não se referem diretamente aos conteúdos acadêmicos, mas que consideramos de fundamental importância na formação de nossos alunos. Autonomia, enfrentamento de situações de superação pessoal, exercer a cooperação, aperfeiçoar o sentido de responsabilidade individual e coletiva e possibilitar a convivência de forma agradável, saudável e respeitosa com colegas e professores também fazem parte desse processo.

Esse foi o 4º ano consecutivo que realizamos esse projeto, que vai se consolidando e se modificando a cada edição. Nesse ano, o projeto se superou na sistematização das aprendizagens através do guia de campo, que auxiliou os alunos nos seus registros. A participação e o envolvimento dos alunos foram surpreendente. Mostraram competência e atitude! Realizaram com empenho, motivação e alegria. Se mostraram companheiros, cooperativos e cuidadosos com os colegas. Foram, durante todo o tempo, responsáveis!

Considerando o espaço do Friburgo na Serra do Japi uma extensão da sala de aula, novas e significativas aprendizagens foram possibilitadas. Parabéns aos alunos pelo compromisso e aos professores Leandro, Bruno e Kiko pela excelente condução desse trabalho.
Cíntia Filpo
Coordenadora do Ensino Fundamental II

Para os interessados segue link do Guia de Campo.

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Leia alguns depoimentos sobre o trabalho:

Thiago F. – 8ºA – “A viagem foi muito boa. Na minha opinião foi a melhor saída que já fizemos. O clima estava muito legal! Fizemos rapel e também participamos do jogo sobre limite e fronteiras que testamos na aula de educação Física. O melhor é que fizemos o jogo no meio da floresta. Também gostei muito do guia de campo que fomos preenchendo durante o passeio.”

Pedro S. – 8º A – “Depois de preencher o guia de campo, fizemos uma grande roda e compartilhamos as anotações com todos os amigos. Esta troca de ideias foi muito legal. Gostei muito do guia de campo, tinham muitas informações e também fizemos desenhos das paisagens que vimos lá de cima.”

Fernanda M. – 8º B – “Conviver fora da escola com os amigos é muito bom. Dentro da trilha tivemos que trabalhar em equipe e a integração dos alunos foi muito legal.”

Julia T. – 8ºB – “Acho que foi uma grande experiência. O trabalho com limites e fronterias é muito interessante porque aprendemos sem estar fechados dentro da sala. Criamos várias atividades em lugares diferentes, interagindo com todos.”

Giovanna R. – 8º B – “Elaboramos um jogo relacionando três matérias: fronteiras com Geografia, regras com Português e a realização do jogo com Educação Física. O enfoque do jogo foi a transgressão de fronteiras e desenvolver em um local como a serra do Japi foi muito diferente.”

Aproveitando o “Ano Internacional da Biodiversidade”, a FRINCANAS deste ano foi temática. A utilização do tema BIODIVERSIDADE começou sendo trabalhado em um safári fotográfico pré-FRINCANAS que culminou elegendo o “Sagui” como animal símbolo da FRINCANAS.

Na Abertura Oficial da FRINCANAS a equipe de Educação Física apresentou um vídeo sobre biodiversidade e foi lançada a proposta da construção de uma mandala. O coordenador de Educação Física, Roberto Trindade, explicou aos alunos a conceituação da mandala, compreendida aqui como círculo mágico, símbolo da proteção do planeta, meta das FRINCANAS 2010.

A cada tarefa cumprida pelas equipes um pedaço da mandala está sendo conquistado, e ao final da FRINCANAS ela deverá ser reconstruída pelas 6 equipes, representando o esforço dos alunos do Friburgo na proteção do planeta. Os nomes das equipes também estão ligados a questão da biodiversidade. Foram escolhidos a partir do nome de animais em risco de extinção (tigre, tartaruga–marinha, aranha, mico–leão–dourado, tubarão branco e arara–azul).

Todos os jogos cooperativos e competitivos bem como a Gincana Cultural tiveram como objetivo despertar o interesse dos alunos para as questões socioambientais e a maneira deles se mobilizarem para atuar na busca de soluções para problemas identificados.

“Objetivamos favorecer a construção de conhecimentos a partir da troca de informações, de experiências a serem adquiridas e do compartilhar da aprendizagem”, diz o professor Trindade.

E finaliza: “as FRINCANAS despertam a atenção dos alunos de forma sensível e lúdica, favorecendo a descoberta do conhecimento pela curiosidade de saber mais e transformam o pensamento em ação, buscando soluções criativas para as situações – problema propostas”.

O Coordenador agradece aos professores Bruno, Esdras e Kiko pelo desempenho impecável. A equipe está cada vez mais afinada. O Time de Educação Física aproveita para agradecer ao fabuloso empenho das professoras madrinhas bem com a colaboração dos alunos do Ensino Médio que atuaram como monitores e deram, mais uma vez, um diferencial significativo ao trabalho.

Vale lembrar que a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como o “Ano Internacional da Biodiversidade”, com o propósito de aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade no mundo.
O Ano Internacional da Biodiversidade tem como objetivos gerais:
– Aumentar a consciência pública sobre a importância de salvaguardar a biodiversidade para a comunidade da vida na Terra, identificando e combatendo as ameaças subjacentes;
– Aumentar a consciência sobre a importância dos esforços já empreendidos por governos e comunidades para salvar a biodiversidade, promovendo a participação de todos;
– Incentivar os povos, organizações e governos a tomarem medidas imediatas necessárias à defesa da perda da biodiversidade;
– Promover soluções inovadoras para reduzir as ameaças que se abatem sobre a biodiversidade;
– Estabelecer um diálogo entre os participantes sobre as medidas a serem adotadas após o ano de 2010, garantindo a continuidade segura dos programas desenvolvidos.

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Prezados pais dos alunos do 7º ano
Gostaria de dividir com vocês a imensa satisfação de ter estado com os seus filhos, por 4 dias, desenvolvendo mais uma etapa do Projeto Origens.
Com certeza, os estudos de meio possibilitam outras e novas aprendizagens, outras e diferentes abordagens, outros e diferentes olhares. 

No que se refere ao trabalho pedagógico, as atividades desenvolvidas por nós e as do CEU (Centro de Estudo do Universo) contribuem definitivamente para a aquisição e sistematização de conhecimentos. De uma maneira geral, a maioria participou ativamente desse processo com envolvimento e criatividade – características desse grupo.

No que se refere às questões de convivência, outro grupo, com novos valores começa a se formar. Ampliaram as relações, resgataram e resolveram problemas anteriores e conseguem, hoje, olhar para o outro valorizando a diversidade de jeitos, crenças, habilidades, fragilidades e opiniões.

O trabalho desenvolvido atingiu totalmente os objetivos propostos inicialmente, muito pela adesão da maioria à esse processo. 

Agradeço a todos a confiança e credibilidade. Agradeço também aos professores Leandro e Bruno pela atenção, cuidado e competência.

Peço que vocês parabenizem seus filhos pela disponibilidade ao aprendizado e ao conhecimento. Pela seriedade e responsabilidade. Também pelo comportamento, que foi muito adequado e elogiado pelos monitores presentes… “Essa molecada do Friburgo é diferenciada….” 

Enfim… me orgulhei de estar à frente desse trabalho e desse grupo, em uma construção coletiva repleta de novos significados.

À disposição de todos vocês
Que venha a Liverdade!
Um abraço
Cíntia 

Como é do conhecimento da maioria, o Colégio Friburgo possui uma extensa área na Serra do Japi, no município de Cabreúva. Esse espaço, localizado em uma APA – área de preservação ambiental – se constitui em uma extensão preciosa da sala de aula, possibilitando inúmeras articulações com os conteúdos das diversas disciplinas e com os projetos de série que são desenvolvidos no Ensino Fundamental II.
Um deles é o Limites e Fronteiras, projeto do 8º ano, articulado pela disciplina de Geografia e complementado pela disciplina de Educação Física.
No final de maio, os alunos do 8º ano realizaram, nessa área, a atividade de fechamento desse projeto. O trabalho foi riquíssimo!
No que se refere ao projeto propriamente dito, objetivos alcançados em sua plenitude. Os alunos conseguiram observar os diversos tipos de fronteiras, identificando, fotografando e registrando cada uma delas no seu próprio ambiente. O professor Leandro foi complementando com explicações e orientações no sentido de identificá-las com propriedade. Ao final do dia, Bruno propôs ao grupo um jogo que misturava alguns dos jogos elaborados pelos alunos, envolvendo os conceitos trabalhados. Todos, sem exceção, participaram! Alunos e professores! Em clima de descontração, cooperação e saudável competitividade, uma grande integração foi promovida. 

Permeando essas duas atividades principais, uma trilha – com caracterização do bioma – e um “rappelzinho” foram as atividades executadas.
Sem dúvida, inúmeras aprendizagens!
O compromisso, a responsabilidade e o envolvimento dos alunos foi grande. Foi muito gratificante observá-los em outro ambiente e agindo com maturidade. A colaboração, a cooperação e a atenção estiveram presentes em todos os momentos.

O resultado superou as nossas expectativas!
Parabéns 8º ano!!! Que venha o PETAR!!!

Cintia

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Projetos e atividades que têm o meio ambiente como foco principal fazem parte da rotina dos alunos do Friburgo, afinal, o Colégio prioriza não só o contato com a natureza como também uma grande preocupação com a sua preservação. Mas, para marcar a Semana do Meio Ambiente, recebemos um convidado mais do que especial neste dia 9 de junho.

Ricardo Young, empresário, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), da Presidência da República, até dezembro de 2006, fundador do Instituto Ethos, conselheiro de organizações em Amsterdã, Londres e Zurich, e com uma carreira de envolvimento profundo com as questões ambientais, veio falar especialmente com alunos do 9º ano e com as turmas do Ensino Médio. Ricardo também é candidato ao senado pelo Partido Verde nas eleições deste ano.

O diretor Ciro de Figueiredo, que também participou do evento, disse se sentir orgulhoso, porque entre tantas qualidades do palestrante, uma delas é especial: “Ricardo teve seus quatro filhos estudando no Friburgo. É um batalhador e um homem muito ativo na política e nas questões ambientais”, apresentou o diretor do Friburgo.

Ricardo contou que resolveu aceitar o desafio de se candidatar, pela primeira vez, a um cargo político porque agora é o momento da sociedade brasileira se mexer para modificar a situação do planeta. A palestra girou em torno de uma famosa frase do escritor irlandês George Bernard Shaw – “Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem ‘Por quê?’ Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo ‘Por que não ?’”

O palestrante fez questão de frisar a importância de pensarmos no futuro do planeta, adotando um comportamento sustentável que garanta que as gerações futuras tenham as mesmas condições de vida que as gerações atuais. “Nosso futuro pode ser muito diferente, com grandes oportunidades de desenvolvimento pessoal e tecnológico, mas temos que repensar nossos atos, e nosso consumo. Como disse o grande Gandhi ‘Seja a mudança que você quer ver no mundo’. Essa é a frase que devemos seguir para conseguir um mundo melhor”, explica Ricardo.

Após a palestra foi aberto espaço para perguntas e colocações dos alunos. Lucas Campos, do 2º ano do Ensino Médio, se levantou, pegou o microfone e, mesmo assumindo estar um pouco nervoso perante a plateia, disse: “O ser humano tem uma capacidade enorme para elaborar coisas e por esta razão também é capaz de modificar o mundo em que vivemos. Eu estou fazendo a minha parte e espero que todos também façam”. Neste momento o teatro inteiro aplaudiu o que deve ser o pensamento e atitude de todos nós.

Ricardo Young destacou dois elementos muito importantes na fala do aluno Lucas. “Primeiramente é preciso existir a solidariedade entre as diferentes gerações, e depois todos precisam ter muita esperança em dias melhores porque temos a capacidade de superar as dificuldades que estamos vivendo”, encerrou o palestrante.

Os alunos do Fundamental I também foram a fundo neste tema nas aulas de Artes, produzindo um material muito bonito que foi exposto na entrada da escola e a turma do curso Oficina Literária, do Período Ampliado, preparou poemas. Um deles feito pelos alunos Max, Manuela e Laura do 4ºB, com o título “Meio Ambiente, não. Ambiente inteiro, sim!” foi lido por alunos do 2º ano na abertura da palestra de Ricardo Young e foram muito aplaudidos.

Clique aqui para ler o poema e veja também as fotos dos trabalhos.

Durante o ano letivo a turma do 2º ano do Ensino Fundamental vai estudar os animais e suas diferentes espécies nas aulas de Ciência. Para tornar o aprendizado uma experiência muito mais interessante, nada melhor do que chegar bem perto dos animais com uma visita ao maior zoológico da América Latina. Com três mil espécies o Zoológico de São Paulo é uma fonte inesgotável de pesquisa.

O dia todo, os pesquisadores mirins ficaram atentos, observando e anotando todas as informações possíveis. Com a câmera na mão fizeram fotos que serão utilizadas durante o desenvolvimento do projeto.

O contato com um dos tratadores de animais mostrou para a turma como é realizado o seu trabalho e puderam também acompanhar de pertinho o momento da alimentação. Um fato interessante foi perceber que alguns pássaros fazem companhia para o leão-marinho na hora do almoço, certos de que sobrará alguma coisinha para eles. Muito espertos, não é?

Os alunos também puderam assistir a uma palestra com monitores especializados em répteis e tocaram em algumas espécies empalhadas.

Foi um dia de muito trabalho e também muita diversão. Clique aqui e veja as fotos.

Hoje é dia de lembrar de como nós dependemos da água. Agora, neste difícil momento do planeta, é ela quem dependerá de nós, do nosso comportamento e atitudes. Afinal se torna cada vez mais um bem esgotável, item de luxo e de guerra em muitos lugares do mundo. Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), se o desperdício desenfreado continuar, em 2025 duas a cada três pessoas no mundo não terão água para beber. Veja quanto gastamos no nosso dia a dia e tente economizar ao máximo.

Dicas importantes:
– Podemos gastar até 12 litros de água para escovar os dentes se deixarmos a torneira aberta por aproximadamente 5 minutos. Essa quantidade de água seria suficiente para uma pessoa beber por seis dias. Por isso, só abra a torneira quando for necessário.
– Uma torneira pingando durante todo o dia pode gastar até 40 litros de água. Então, se perceber vazamento procure rapidamente um encanador.
– Um dos recordistas de consumo no Brasil é o chuveiro. Banho é uma delícia e faz bem à saúde, mas 15 minutos de uma bela ducha podem chegar ao gasto de 135 litros de água.
– Lavar o carro durante 30 minutos consome de 200 a 500 litros de água. Um absurdo! Podemos fazer o mesmo utilizando quatro baldes de 10 litros, consumindo assim 40 litros.
– Para lavar a louça, retire primeiro todo o resto de alimento dos pratos e panelas e encha a cuba da pia até a metade. Ensaboe a louça com a torneira fechada. Encha novamente a cuba e enxágüe. 

Vamos colaborar com o planeta, e com o nosso futuro, e economizar água sempre que pudermos. Não deixe a torneira pingando, não jogue lixo no vaso sanitário, não faça da mangueira uma vassoura hidráulica, acumule as roupas para lavar de uma só vez tanto no tanque quanto na máquina. Evite desperdícios. Faça a sua parte!

Você quer saber a quantidade de água que consome diariamente? Este link da Sabesp é muito legal e você pode fazer uma simulação do consumo em cada parte da sua casa. Clique aqui.

No dia 9 de março, os alunos do 4º ano saíram da escola preparados para uma aventura bem diferente e cheia de novidades. Foram ao Parque do Ibirapuera para vivenciar e refletir sobre a importância do meio ambiente e os cuidados que devemos ter para a sua preservação.

Logo na chegada conheceram a UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz) e seus monitores que acompanharam a aventura realizada.  Assistiram ao filme da Sabesp sobre o tratamento da água. Logo depois visitaram o Viveiro Manequinho Lopes e conheceram diferentes espécies de mudas de árvores e plantas ornamentais. Viram de perto como é feita a compostagem com todo o lixo orgânico recolhido do parque. A separação do lixo também foi assunto durante o encontro.

Descobriram que dentro do parque funciona um hospital para animais silvestres que são encontrados fora de seu habitat. Por exemplo, se um sagui aparecer machucado no Friburgo podemos levá-lo para este hospital onde os veterinários e biólogos farão o tratamento necessário para o animal, devolvendo-o ao seu meio quando estiver reabilitado.

Os monitores fizeram algumas dinâmicas de sensibilização, utilizando as diferentes texturas das plantas, colorações e espécies, e até mesmo um jogo de adivinhação para mostrar aos alunos que cada um vê a natureza de uma maneira e que devemos respeitá-la. “Os monitores perceberam que os alunos têm grande conhecimento sobre as árvores. Muitos até encontraram algumas espécies presentes na área do colégio”, contou Mirela, auxiliar do Fundamental I que acompanhou os alunos.

Muitas perguntas e observações foram feitas durante a visita. Mariana, do 4ºA, depois de conhecer a estufa e a área das plantas protegidas contra os raios do sol, não se conformou com a tela escura utilizada. “A cor preta atrai o calor e as plantas devem sofrer muito. Por que vocês fazem isso?”, questionou a aluna. E só restou à monitora concordar, afinal a tela de proteção poderia ser branca ou de qualquer outra cor.

Clique e leia o depoimento escrito pela aluna Sophia (4ºB) depois da visita e veja as fotos desta divertida e rica convivência harmoniosa entre o homem e a natureza.

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