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Como é do conhecimento da maioria, o Colégio Friburgo possui uma extensa área na Serra do Japi, no município de Cabreúva. Esse espaço, localizado em uma APA – Área de Preservação Ambiental – se constitui em uma extensão preciosa da sala de aula, possibilitando inúmeras articulações com os conteúdos das diversas disciplinas e com os projetos de série.

No dia 06 de maio, os alunos do 8º ano realizaram na Serra do Japi, a atividade de fechamento do Projeto Interdisciplinar Limites e Fronteiras.

Desenvolvendo o trabalho de campo como uma etapa do projeto, foram realizadas atividades que proporcionaram aos alunos a observação e a vivência de todos os conceitos trabalhados em sala de aula pelas disciplinas de Geografia e Educação Física.

Esse processo resultou na transposição dos conceitos aprendidos para várias e diversas esferas da vida cotidiana, qualificando e significando a aprendizagem.

A disciplina de Geografia problematizou o tema a partir de textos e debates. Com isso, os alunos puderam perceber que cada tema (político, social, cultural e econômico) possui sua localização, produzindo diferentes fronteiras e / ou limites. Com o avanço e aprofundamento do debate, constataram que as fronteiras são modificadas de acordos com as dinâmicas e os significados que são dados aos temas. Foram também elaborados slides identificando as fronteiras culturais, econômicas, políticas, dinâmicas e transgressões de fronteiras.

Na Serra, conseguiram observar os diversos tipos de fronteiras, identificando cada uma delas no seu próprio ambiente. Explicações e orientações foram feitas com o objetivo de identificá-las com propriedade.

Em uma segunda etapa, ainda em sala de aula, os alunos foram convidados a criarem jogos com os conceitos de limites e fronteiras. Nesse contexto e paralelamente, as aulas de Educação Física tornaram-se um grande laboratório de experimentação e discussão das questões sobre o tema. Os alunos apresentaram os jogos elaborados pelos grupos, vivenciando os conceitos discutidos previamente nas aulas de Geografia.  Nessa etapa de transposição da teoria para a prática, problemas e conflitos apareceram e estes obrigaram os alunos a uma rediscussão das regras impostas para que o jogo acontecesse dentro do proposto. Alterando-se uma regra, altera-se o ritmo e o nível de dificuldade do jogo, conceito necessário de ser entendido dentro do tema, que depois de vivenciado foi compreendido e absorvido pelos alunos.

Fechando o dia na Serra do Japi, alunos e professores jogaram um dos jogos elaborados pelos alunos. Em clima de descontração, cooperação e saudável competitividade, uma grande integração foi promovida.

Toda e qualquer atividade fora do contexto escolar, mais precisamente fora da escola e da sala de aula, contempla objetivos específicos que não se referem diretamente aos conteúdos acadêmicos, mas que consideramos de fundamental importância na formação de nossos alunos. Autonomia, enfrentamento de situações de superação pessoal, exercer a cooperação, aperfeiçoar o sentido de responsabilidade individual e coletiva e possibilitar a convivência de forma agradável, saudável e respeitosa com colegas e professores também fazem parte desse processo.

Esse foi o 4º ano consecutivo que realizamos esse projeto, que vai se consolidando e se modificando a cada edição. Nesse ano, o projeto se superou na sistematização das aprendizagens através do guia de campo, que auxiliou os alunos nos seus registros. A participação e o envolvimento dos alunos foram surpreendente. Mostraram competência e atitude! Realizaram com empenho, motivação e alegria. Se mostraram companheiros, cooperativos e cuidadosos com os colegas. Foram, durante todo o tempo, responsáveis!

Considerando o espaço do Friburgo na Serra do Japi uma extensão da sala de aula, novas e significativas aprendizagens foram possibilitadas. Parabéns aos alunos pelo compromisso e aos professores Leandro, Bruno e Kiko pela excelente condução desse trabalho.
Cíntia Filpo
Coordenadora do Ensino Fundamental II

Para os interessados segue link do Guia de Campo.

Clique aqui e veja a galeria de fotos .

Leia alguns depoimentos sobre o trabalho:

Thiago F. – 8ºA – “A viagem foi muito boa. Na minha opinião foi a melhor saída que já fizemos. O clima estava muito legal! Fizemos rapel e também participamos do jogo sobre limite e fronteiras que testamos na aula de educação Física. O melhor é que fizemos o jogo no meio da floresta. Também gostei muito do guia de campo que fomos preenchendo durante o passeio.”

Pedro S. – 8º A – “Depois de preencher o guia de campo, fizemos uma grande roda e compartilhamos as anotações com todos os amigos. Esta troca de ideias foi muito legal. Gostei muito do guia de campo, tinham muitas informações e também fizemos desenhos das paisagens que vimos lá de cima.”

Fernanda M. – 8º B – “Conviver fora da escola com os amigos é muito bom. Dentro da trilha tivemos que trabalhar em equipe e a integração dos alunos foi muito legal.”

Julia T. – 8ºB – “Acho que foi uma grande experiência. O trabalho com limites e fronterias é muito interessante porque aprendemos sem estar fechados dentro da sala. Criamos várias atividades em lugares diferentes, interagindo com todos.”

Giovanna R. – 8º B – “Elaboramos um jogo relacionando três matérias: fronteiras com Geografia, regras com Português e a realização do jogo com Educação Física. O enfoque do jogo foi a transgressão de fronteiras e desenvolver em um local como a serra do Japi foi muito diferente.”

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Como é do conhecimento da maioria, o Colégio Friburgo possui uma extensa área na Serra do Japi, no município de Cabreúva. Esse espaço, localizado em uma APA – área de preservação ambiental – se constitui em uma extensão preciosa da sala de aula, possibilitando inúmeras articulações com os conteúdos das diversas disciplinas e com os projetos de série que são desenvolvidos no Ensino Fundamental II.
Um deles é o Limites e Fronteiras, projeto do 8º ano, articulado pela disciplina de Geografia e complementado pela disciplina de Educação Física.
No final de maio, os alunos do 8º ano realizaram, nessa área, a atividade de fechamento desse projeto. O trabalho foi riquíssimo!
No que se refere ao projeto propriamente dito, objetivos alcançados em sua plenitude. Os alunos conseguiram observar os diversos tipos de fronteiras, identificando, fotografando e registrando cada uma delas no seu próprio ambiente. O professor Leandro foi complementando com explicações e orientações no sentido de identificá-las com propriedade. Ao final do dia, Bruno propôs ao grupo um jogo que misturava alguns dos jogos elaborados pelos alunos, envolvendo os conceitos trabalhados. Todos, sem exceção, participaram! Alunos e professores! Em clima de descontração, cooperação e saudável competitividade, uma grande integração foi promovida. 

Permeando essas duas atividades principais, uma trilha – com caracterização do bioma – e um “rappelzinho” foram as atividades executadas.
Sem dúvida, inúmeras aprendizagens!
O compromisso, a responsabilidade e o envolvimento dos alunos foi grande. Foi muito gratificante observá-los em outro ambiente e agindo com maturidade. A colaboração, a cooperação e a atenção estiveram presentes em todos os momentos.

O resultado superou as nossas expectativas!
Parabéns 8º ano!!! Que venha o PETAR!!!

Cintia

Clique aqui e veja a galeria de fotos.

Turma na Estação Natureza
As turmas do 1º ano do Ensino Médio viajaram para a Serra do Japi e Cabreúva com o objetivo de iniciar um processo de pesquisa para o projeto de HP2 (Habilidades e Potencialidades). As áreas foram escolhidas como laboratório para que os alunos desenvolvam projetos de intervenção na área, criação e desenvolvimento de material didático e, futuramente, ainda em processo de análise e estudo, um novo projeto envolvendo a comunidade local.

Os temas escolhidos para o projeto foram Fauna, Flora, Relevo/Hidrografia e Legislação Ambiental para a área do Japi e para a cidade de Cabreúva: População, Economia, História e Urbanismo. Os alunos poderão se aprofundar em cada um dos oito assuntos escolhidos e trabalhar as suas competências de criar, desenvolver e gestar um projeto, além de desenvolver um projeto de pesquisa de qualidade.

Na primeira saída, o maior objetivo foi fazer um reconhecimento do local, com atividades específicas. Os alunos percorreram algumas trilhas, e até escolheram nomes para batizá-las. Depois confeccionaram as placas de identificação e também fizeram a inauguração de um livro de visitas – onde, a partir de agora, todos que passarem pela Estação Natureza poderão deixar registrada a sua impressão.

Alunos observam o rio Tietê Já na segunda viagem o foco foi a cidade de Cabreúva. Saíram de São Paulo e percorreram o roteiro dos Bandeirantes, passando por Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba, antes de chegar ao destino. Passaram por estas cidades analisando a situação ambiental do rio Tietê e também fazendo um levantamento do perfil da população. Os alunos entrevistaram diversos moradores e coletaram dados sobre a população, a exploração, economia e história para o desenvolvimento dos projetos relacionados à área urbana.

Um dos ciclos econômicos de Cabreúva foi o da cana-de-açúcar, já que a região tem clima, solo e abundância de água que favorecem a produção. Por isso, os alunos também foram visitar um alambique que até hoje produz aguardente artesanal.

Com todos os dados, agora é pensar no projeto. Aguardem as novidades!

Clique aqui e veja as fotos das visitas.

Como parte do projeto interdiciplinar de história e geografia, os alunos do 7º ano visitaram a cidade de Cabreúva. Clique aqui e veja as fotos tiradas pelo professor Leandro Duarte.

Entrada do stioVista do terreno do Japi
O Colégio Friburgo deu mais um importante passo para conciliar educação de qualidade com a preservação do meio ambiente. Nesta quarta-feira, 2 de abril, representantes da escola estiveram reunidos com a Secretária Municipal de Educação de Cabreúva, a professora Mirian Reining, para discutir uma parceria inédita entre a cidade e o colégio. O Friburgo mantém naquele município, a cerca de 80 quilômetros de São Paulo, uma área de 400 mil metros quadrados na reserva ecológica da Serra do Japi. Chamada de Estação Natureza, a propriedade é usada por alunos do colégio emLeandro, Iracy, Mirian, Vera e Nancy atividades pedagógicas. Agora, a proposta é melhorar sua estrutura e realizar um trabalho também com estudantes de escolas públicas de Cabreúva.

A comissão do colégio, que contou com Iracy Garcia Rossi, Diretora Pedagógica e de Assuntos Comunitários, Vera Márcia Barreto, coordenadora  do Ensino Médio, Leandro Duarte eEquipe do Friburgo em trilha no Japi Nancy Conceição, professores de Habilidades e Potencialidades 2 (HP2), apresentou à secretária de educação um projeto que pode beneficiar mais de 700 alunos do 4º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas de Cabreúva. A idéia é capacitar estudantes do Ensino Médio do Colégio Friburgo para servirem como instrutores e guias dos alunos das escolas municipais em atividades educativas e pedagógicas desenvolvidas nas trilhas da Estação Natureza. Além disso, outras atividades conjuntas como um reflorestamento com árvores nativas na região e a criação de um Núcleo de Educação Ambiental, que ofereça palestras, cursos e de quebra faça um levantamento da fauna e da flora do local, também estiveram na ordem do dia. “Ainda foi uma conversa preliminar e apresentaremos um projeto mais completo nos próximos dias. Mas, se tudo der certo, ele permitirá melhorias consideráveis em nossa área na Serra do Japi, além de permitir novas possibilidades para alunos do Friburgo e de Cabreúva. Todos têm a ganhar com essa parceria e intercâmbio. Especialmente, por causa da identificação que os alunos terão com a natureza da região”, explica a Vista da Serra do Japi a partir de um local dentro do stioprofessora Iracy Garcia Rossi. Depois que o projeto for entregue por entregue por escrito, uma nova reunião será realizada com a presença dos representantes das pastas de Cultura e Meio Ambiente, além da Educação. “Para Cabreúva, essa parceria com uma instituição tão tradicional e respeitada como o Friburgo será grande oportunidade de desenvolver o conhecimento e a Entrada do stio onde será instalado o projeto Estação Naturezaconsciência de preservação do ambiente. A educação não é simplesmente trabalho, mas missão e vocação que luta pelo futuro”, conclui a Secretária Mirian.Os professores aproveitaram a viagem para visitar a área da Estação Natureza. Ao lado do Gerente Operacional Gilberto Cruz, verificaram a infra-estrutura do local. Além de discutirem melhorias e construções a longo prazo, eles analisaram a possibilidade de fazer novos banheiros, chuveiros, mesas e iluminação para que os alunos possam acampar na propriedade. Clique nas fotos para ampliá-las.

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