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Auditorio03O último projeto do trimestre – nas aulas de Expressão Oral – para os alunos do 6º e 7º ano foi a realização, montagem, roteiro e apresentação de um programa de auditório.

Depois de serem divididos em grupos por meio de sorteio, os alunos escolheram o tema do seu programa.  A criatividade foi grande. Surgiram ideias para programa de culinária, musical, infantil, gincana cultural, e línguas, entre outros. “Dentro da programação de 15 minutos, os alunos necessariamente tinham que dar um nome ao programa e elaborar alguns Auditorio02quadros, como dica cultural e entrevista”, explica o professor Marcos Arilho, responsável pelas aulas.

A proposta do programa foi apresentada, avaliada e debatida entre o grupo, o professor e a turma. Na sequência os grupos desenvolveram os roteiros e deram início aos preparativos para a data de estreia.

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Os alunos dos 6º e 7º anos estão desenvolvendo, neste trimestre, um projeto de programas de rádio durante as aulas de Expressão Oral, com o professor Marcos Arilho.

“Primeiramente os alunos elaboraram os roteiros, que deveriam conter três chamadas de horário, previsão do tempo, situação do trânsito e promoções intercaladas com músicas no estilo da rádio”, explicou o professor.

Além de divertido, esse projeto fez com que os alunos trabalhassem com a criatividade para desenvolver o roteiro e escolher o estilo e slogan da rádio. Uma delas, com estilo sertanejo, foi chamada de “Rádio Chapéu de Palha – aquela que não sai da sua cabeça!”. A oralidade e a desenvoltura para falar em público também foram aprimoradas.

Os deferentes grupos fizeram as gravações na frente dos colegas de classe e logo depois puderam escutar o resultado, traçando análises e críticas construtivas.

Uma atividade que deu o que falar!

Veja abaixo um mix de alguns programas. A programação completa será apresentada durante a Liverdade, no mês de Novembro.

Alunos do 6º ano foram até a sala multimídia pra participar de uma aula especial de Português, dando continuidade ao estudo do gênero “contos”. Todos escutaram um conto fantástico narrado pela própria autora Marina Colasanti.

“O objetivo desta atividade foi fazer com que os alunos pudessem perceber a entonação diferenciada na maneira de contar a história utilizada pela autora”, explicou a professora Silvana.

Após esta etapa os alunos leram e interpretaram um conto popular. Agora os alunos estão se preparando para uma produção escrita desse gênero. A atividade será finalizada com uma roda de leitura onde cada aluno vai apresentar seu conto para a turma.

Para desenvolver o projeto Origens as turmas do 6º ano viajaram para Brotas, interior de São Paulo. O acampamento Peraltas, que conta com uma infra-estrutura voltada para os estudos astronômicos e também para o lazer, foi o local escolhido para hospedar a turma.

O projeto visa promover, através da multidisciplinaridade, observação, debate, vivências e registro, uma reflexão acerca das “origens” que nos cercam, na compreensão de continuidade e desenvolvimento, para que seja possível estabelecer comportamentos de preservação, consciência e transformação em relação à destruição do planeta.

Curiosidade, investigação, busca pelo conhecimento e um questionamento constante sobre os fenômenos da natureza e fatos relacionados à origem do Universo, da Terra e da vida. Assim foram os dias de estudo do meio em Brotas.
Um dos locais que os alunos mais gostaram de conhecer foi o CEU (Centro de Estudos do Universo) onde puderam aprender muito sobre estrelas, luas e planetas e também relacionar a mitologia com o Universo.

Depois de cada palestra e de cada plenária, as turmas se reuniam para preencher o guia de campo, que não só foi utilizado durante a viagem, como também será utilizado durante todo o desenvolvimento do projeto. O trabalho foi duro, com pouco tempo para diversão. Mas o passeio de floating também foi uma aventura inesquecível para os alunos.

“Difícil de descrever o que vivenciamos a aprendemos ali. Mesmo porque, o que se aprende, extrapola os conteúdos acadêmicos e curriculares.

Aprimora-se o ser, o conviver, o trabalhar em equipe e o viver em sociedade. Aprimora-se o entendimento do individual a favor do coletivo”, concluiu a coordenadora Cintia.

Clique aqui e veja a galeria de fotos.

Leia o depoimento de alguns alunos:

Giulia – “Foi a primeira vez que fui a um planetário. Conhecemos todos os planetas, estrelas e luas. Este é um jeito muito diferente de estudar. Logo depois da palestra ou da plenária da professora já víamos sobre o que ela havia falado. Adorei a viagem!”

Maria Júlia – “Mesmo com todas as palestras e atividades de estudo ainda tivemos tempo para o lazer. As matérias estão interligadas e eu gosto cada vez mais de mitologia. Descobri muitas coisas novas com a ligação da mitologia com os planetas. A viagem também foi muito boa para unir as turmas.”

Pedro S. – “Aprendemos muitas coisas. Gostei muito de saber mais sobre os planetas. É muito mais fácil aprender quando vemos as coisas de perto.”
Alexandre – “Gostei muito do vídeo sobre a formação da Terra que assistimos no Centro de Estudos do Universo. Aprendemos a estudar e também conviver com as diferenças.”

Mariana – “Foi uma viagem muito produtiva. A estrutura do Centro de Estudos do Universo é muito legal. Apesar de ser uma viagem de estudo, a parte de lazer também foi muito legal. Adorei o floating. O guia de campo é muito bom para estudar, fomos registrando tudo o que aprendemos. Convivi mais com algumas pessoas que não tinha muito contato na escola.”

Aulas especiais de Expressão Oral, para alunos de 6º e 7º anos, dão ênfase para a realização de debates.

Durante as aulas, os alunos se dividem em grupos e trazem os mais diversos temas. Usando como mote assuntos propostos pelos grupos ou notícias veiculadas em revistas e jornais, os alunos discutem posições e ampliam sua visão sobre os temas debatidos. Cada grupo traz a notícia e um mediador, escolhido por eles, organiza o debate.

Os assuntos escolhidos são os mais variados como, por exemplo, se o Brasil está preparado para sediar uma Copa do Mundo, a venda de armas de brinquedo, acidentes em parques de diversões, comidas gostosas x saudáveis, e até mesmo notícias sobre bullying. Sobre este último tema, um grupo do 6ºB debateu o lançamento de um livro com piadas sobre os chamados “nerds”. O grande questionamento foi se publicações como esta não podem promover o bullying, discriminação e preconceito. A conclusão a que chegaram é que este tipo de assunto deve ser tratado com muito cuidado.

Nos debates, cada aluno desempenha uma função, defendendo sua opinião, seguindo as regras tradicionais com réplicas e tréplicas, sempre sob a orientação de um aluno-mediador.

“Estas aulas estão sendo muito produtivas e apresentando excelentes resultados. O objetivo é fazer com que cada aluno saiba mostrar sua opinião com uma postura ideal, respeitando as diferentes opiniões”, explica o professor Marcos Arilho.

Na sexta-feira, 12/03, os alunos do 5º e 6º anos tiveram um encontro com o professor de Geografia do Fundamental II, Leandro Duarte, para falar sobre a dinâmica da Terra e os recentes terremotos no Chile, Haiti e Turquia.

O tema é assunto dos noticiários e para os alunos do 6º ano é matéria nas aulas de Geografia. A curiosidade sobre as razões dos terremotos é muito grande, por isso, esta palestra foi agendada e os alunos se prepararam muito bem antes.

Cada um enviou uma pergunta para que o professor pudesse responder durante o encontro. Leandro falou desde o início do universo com o Big-bang, as camadas da Terra e contou que os encontros das diferentes placas tectônicas ao redor do nosso planeta, formam as cordilheiras como os Andes e Himalaia, são responsáveis pelos 75% de vulcões que formam o Círculo de Fogo e também sobre as incidências de terremotos e tsunamis.

“O Japão é o país que mais utiliza a tecnologia nas suas construções para evitar tragédias ocorridas por terremotos. Isso porque está localizado entre três placas tectônicas e é o lugar onde mais ocorrem terremotos. O Chile, que sofreu o pior terremoto da história, em 1960, chegando na marca de 9,5 na escala Richter, passou a adotar as mesmas tecnologias e normas de construção do Japão. Por esta razão, este ano a tragédia no Chile não foi pior”, explicou Leandro.

O assunto é tão interessante que mesmo depois de responder a todas as perguntas elaboradas antecipadamente pelos alunos, as questões pareciam não ter fim. Até mesmo alguns pais ficaram interessados e enviaram perguntas pelos seus filhos.

Clique aqui e veja as fotos.

tempoNão conseguimos estudar História se não tivermos a noção de tempo. Isso é fato. Por este motivo os alunos do 6º ano participaram de uma discussão sobre como sentimos a passagem do tempo. “Cinco minutos na cadeira do dentista passam mais devagar do que cinco minutos na praia. Por quê?”, questiona o professor Wagner.

Na atividade que ocorreu em sala de aula, a turma começou a pensar nas diferentes maneiras de sentir a passagem do tempo. Depois de elaborar uma relação de acontecimentos que viveram onde o tempo passou mais depressa e outra onde ele demorou a passar, os alunos leram três clássicos da Música Popular Brasileira que têm o tempo como foco principal: Tempo Rei (Gilberto Gil), Tempo Perdido (Legião Urbana) e Oração ao tempo (Caetano Veloso).  Terminada a leitura o professor pediu aos alunos que escrevessem suas observações sobre o pensamento e opinião de cada um dos compositores.

Para encerrar o trabalho, elaboraram um poema, usando toda a sua imaginação e criatividade para mostrar como veem e sentem o tempo.  Clique aqui e leia alguns desses poemas.

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