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Como atividade complementar do Projeto Contradições os alunos saíram para conhecer e vivenciar um dia de atividades no Assentamento do município de Sumaré, interior paulista.

“A experiência vivida no assentamento permitiu uma reflexão mais aprofundada sobre uma contradição existente em nosso país, de um lado, a enorme concentração de terras, do outro, milhares de trabalhadores rurais sem terra. Ao conhecer um assentamento, os alunos puderam observar, debater e questionar a reforma agrária no Brasil, além de outros temas relacionados”, explicou o professor Leandro Duarte, um dos responsáveis pelo projeto.

Para a coordenadora Cintia Filpo o projeto é ousado, visto a complexidade dos temas estudados e questões envolvidas. “Nesse sentido, o que fica para mim de mais forte e significativo: dar subsídios para a autonomia de pensamento, por meio das manifestações das contradições através dos diferentes pontos de vista”, conclui a coordenadora que indica o texto de Leonardo Boff para sintetizar este momento:

Todo ponto de vista é a vista de um ponto

Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam.

Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isso faz da leitura sempre uma releitura.

A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. Vale dizer, como alguém vive, com quem convive, que experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação.

Boff, Leonardo. A águia e a galinha, Uma metáfora da condição humana

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A turma do 2º ano do Fundamental participou de uma atividade muito divertida. “Para finalizar o trabalho que realizaram dentro do planejamento de História, onde traçaram uma linha do tempo, tendo referência com seus brinquedos preferidos de quando eram bem pequenos, os alunos descobriram novas brincadeiras vindas dos tempos dos seus avós”, contou a professora Liloca Cardia.

Para demonstrar as brincadeiras, a turma teve convidados muito especiais. O diretor José Carlos ensinou – um por um – a encaçapar a bolinha de gude em um buraco na terra.  O aluno Vitor era o único que já havia brincado de bolinhas de gude. “Uma vez joguei com um amigo e quem batesse na bolinha do amigo, ganhava a bolinha”, contou.

Angela, professora de Inglês, participou ensinando a brincadeira “Ordem seu lugar”, onde cada um deve seguir os movimentos determinados utilizando uma bola e uma parede. Saquinhos de arroz, das Cinco Marias, foram jogados para o alto pelos alunos e também pela professora Leninha, que explicou a sequência do jogo. Enquanto isso, Eni, coordenadora do Fundamental I, batia cara enquanto outro grupo ia se esconder. Um esconde-esconde bem diferente e muito inusitado! Em sistema de rodízio todos os alunos participaram de todas as atividades.

No meio da brincadeira com os saquinhos das Cinco Marias o aluno Antônio perguntou: “Quando é que muda de fase?”. E foi assim, sem mudar de fase, sem utilizar a tecnologia do vídeo-game, sem controles remotos que a turma teve um dia cheio de diversão e pode traçar um comparativo, percebendo as mudanças e permanências nas brincadeiras das crianças!

Clique aqui e veja as fotos desta atividade.

Dentro dos estudos de História, os alunos do 2º ano do Fundamental, juntamente com a professora Eliana Cardia (Liloca), montaram uma peteca, assim como os índios faziam.

Com areia, cascalho, saco plástico, tecido TNT, barbante e um sabugo de milho seco, surgiu um brinquedo que tem o nome de origem tupi: Pe Teka significa bater. Os historiadores contam que os índios montaram as primeiras petecas usando pedras e folhas de árvores amarradas em uma espiga de milho. Hoje a peteca está presente até nos jogos olímpicos, nas partidas de Badminton.

Além de aprender sobre a cultura e origem desta conhecida brincadeira de antigamente, a diversão da turma foi total.

Veja as fotos da atividade.

As turmas do 5º ano apresentaram neste início de dezembro uma linda exposição sobre o tema trabalhado durante o ano no projeto de História e Geografia: Marcos do Século XX.

A exposição foi cuidadosamente montada com muitas ilustrações, textos e materiais trazidos pelos alunos para contar sobre fatos que marcaram o período, como: Guerras Mundiais, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e a Bossa Nova, Construção de Brasília, a chegada do Homem à Lua, Ditadura Militar, Diretas Já, Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim, Bossa Nova, Elvis, Santos Dumont, Hitler e Albert Einstein.

Este foi um projeto muito rico, trabalhado durante o ano e que teve como produto final esta exposição para pais, alunos e convidados. Quem também esteve presente foi o professor Wagner Ribeiro, responsável pelas aulas de História do 6º ano, e que foi prestigiar seus futuros alunos e gostou muito do que viu.

“A nossa intenção trabalhando com este tema é levar a criança a perceber que a história não é algo distante dela, que está nos livros, nos filmes, na TV, nos jornais e também no cotidiano, na própria existência e no exercício da cidadania. Nunca um período ofereceu tamanha riqueza de documentação”, conclui a coordenadora Eni Spímpolo.

No final, os alunos ainda apresentaram juntamente com Irajá – professor de Música – um repertório especial deste momento também muito importante na Música Popular Brasileira.

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Após o estudo da Revolução Francesa nas aulas de História, os alunos do 8º ano foram convidados a transformar o processo da revolução em enredo de escola de samba.

A ideia era vivenciar a experiência de organizar um desfile de escola de samba (elaborar um samba enredo, organizar as alas e explicar o processo através de fantasias e carros alegóricos), ou seja, “brincar” de carnavalesco de escola de samba usando o conteúdo estudado e respondendo a seguinte pergunta: Se você fosse um carnavalesco de uma escola de samba e tivesse que desenvolver um enredo sobre o processo da Revolução Francesa, como você faria?

“O projeto tinha como objetivo desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo de forma cooperativa, onde o espírito de equipe fosse a marca principal, já que a tarefa era muito difícil. Planejar, classificar, selecionar, decidir, pesquisar e executar o trabalho foram habilidades desenvolvidas ao longo de quase um mês de trabalho”, explicou o professor de História,  Wagner Ribeiro.

Além dos  sambas enredos, as  alas da escola de samba e seus carros alegóricos foram representadas com maquetes elaboradas com muita criatividade e detalhes importantes.

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A turma do 3º ano do Ensino Fundamental visitou o centro da cidade para conhecer os principais pontos turísticos e históricos. Estiveram na Praça da Sé – onde fica o marco zero da cidade -, Catedral da Sé, Solar da Marquesa, Mosteiro de São Bento, Igreja e Páteo do Colégio, Torre do Banespa, Mercado Municipal, Avenida Paulista e Parque do Ibirapuera.

O resultado desta atividade poderá ser conferido durante a Liverdade, evento que acontece no dia 29 de outubro, com uma grande exposição que contará com uma linha do tempo – desde a chegada dos portugueses, a fundação de São Paulo até os dias atuais – além de um painel com fichas feitas pelos alunos sobre diferentes lugares da cidade. Serão 33 lugares diferentes com fotos e informações. Não percam!

Clique aqui e veja as fotos do tour pelo centro da cidade.

Prezados pais dos alunos do 7º ano
Gostaria de dividir com vocês a imensa satisfação de ter estado com os seus filhos, por 4 dias, desenvolvendo mais uma etapa do Projeto Origens.
Com certeza, os estudos de meio possibilitam outras e novas aprendizagens, outras e diferentes abordagens, outros e diferentes olhares. 

No que se refere ao trabalho pedagógico, as atividades desenvolvidas por nós e as do CEU (Centro de Estudo do Universo) contribuem definitivamente para a aquisição e sistematização de conhecimentos. De uma maneira geral, a maioria participou ativamente desse processo com envolvimento e criatividade – características desse grupo.

No que se refere às questões de convivência, outro grupo, com novos valores começa a se formar. Ampliaram as relações, resgataram e resolveram problemas anteriores e conseguem, hoje, olhar para o outro valorizando a diversidade de jeitos, crenças, habilidades, fragilidades e opiniões.

O trabalho desenvolvido atingiu totalmente os objetivos propostos inicialmente, muito pela adesão da maioria à esse processo. 

Agradeço a todos a confiança e credibilidade. Agradeço também aos professores Leandro e Bruno pela atenção, cuidado e competência.

Peço que vocês parabenizem seus filhos pela disponibilidade ao aprendizado e ao conhecimento. Pela seriedade e responsabilidade. Também pelo comportamento, que foi muito adequado e elogiado pelos monitores presentes… “Essa molecada do Friburgo é diferenciada….” 

Enfim… me orgulhei de estar à frente desse trabalho e desse grupo, em uma construção coletiva repleta de novos significados.

À disposição de todos vocês
Que venha a Liverdade!
Um abraço
Cíntia 

Os alunos do 7º ano apresentaram nesse início de abril a primeira parte do projeto Jornal Falado – o noticiário. Este projeto faz parte do programa de estudos de HP1 (Habilidades e Potencialidades) que tem por objetivo principal instrumentalizar o aluno para a leitura da mídia.

Esta fase do projeto interdisciplinar reuniu o aprendizado adquirido nas aulas de Português, com o estudo do gênero literário “notícia” e o tema “Feudalismo” estudado nas aulas de História. Entre representações teatrais, vídeos documentários e apresentações em sala de aula, os alunos usaram de muita criatividade na exposição das notícias relacionadas a fatos da época feudal.

O Jornal Falado é composto de três seções – noticiário, momento literário e variedades – e será complementado até o final do semestre, permitindo que o aluno tenha maior contato com textos jornalísticos e literários, adquira o hábito de ler a mídia e seus variados suportes, manifeste suas opiniões, trabalhe a expressão corporal entre outros objetivos.

Clique aqui e veja como foi a atividade.

tempoNão conseguimos estudar História se não tivermos a noção de tempo. Isso é fato. Por este motivo os alunos do 6º ano participaram de uma discussão sobre como sentimos a passagem do tempo. “Cinco minutos na cadeira do dentista passam mais devagar do que cinco minutos na praia. Por quê?”, questiona o professor Wagner.

Na atividade que ocorreu em sala de aula, a turma começou a pensar nas diferentes maneiras de sentir a passagem do tempo. Depois de elaborar uma relação de acontecimentos que viveram onde o tempo passou mais depressa e outra onde ele demorou a passar, os alunos leram três clássicos da Música Popular Brasileira que têm o tempo como foco principal: Tempo Rei (Gilberto Gil), Tempo Perdido (Legião Urbana) e Oração ao tempo (Caetano Veloso).  Terminada a leitura o professor pediu aos alunos que escrevessem suas observações sobre o pensamento e opinião de cada um dos compositores.

Para encerrar o trabalho, elaboraram um poema, usando toda a sua imaginação e criatividade para mostrar como veem e sentem o tempo.  Clique aqui e leia alguns desses poemas.

img_0009As turmas do 5º ano participaram na primeira quinzena de março, do lançamento de um projeto que vai dar o que falar: Marcos do Século XX. Fotos de personalidades e acontecimentos que marcaram o século passado foram apresentadas aos alunos que durante todo o ano letivo vão trabalhar com esse tema nas aulas de História e Geografia. “O objetivo desta primeira atividade foi aguçar a curiosidade e perceber o que sabem sobre o assunto”, conta a professora Kedma, do 5º A.

Com todas as fotos espalhadas, cada um pôde fazer a sua escolha. Depois, em sala de aula, os alunos explicaram para os img_0017colegas e escreveram sobre o porquê de terem selecionado tais fotos. “Muitos reconhecem as personalidades, mas não sabem qual foi a sua importância, outros escolhem as figuras que mais chamam a sua atenção, explica Eliane, professora do 5ºB.

Durante todo o ano, muitos temas serão estudados como: Guerras Mundiais, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e a Bossa Nova, Construção de Brasília, a chegada do Homem à Lua, Ditadura Militar, Diretas Já, Guerra Fria e a queda do dscn2263Muro de Berlim, Bossa Nova, Elvis, Santos Dumont, Hitler e Albert Einstein. “A nossa intenção é levar a criança a perceber que a história não é algo distante dela, que está nos livros, nos filmes, na TV, nos jornais e também no cotidiano, na própria existência e no exercício da cidadania. Nunca um período ofereceu tamanha riqueza de documentação”, conclui a coordenadora Eni Spímpolo.

 

Clique aqui e veja as fotos. Leia abaixo alguns depoimentos dos alunos.

5º ano A

Emi – “Escolhi o Santos Dumont porque ele inventou o avião e contei para os meus amigos o que meus pais falaram sobre a bomba de Hiroshima”.

Heitor – “Peguei a foto da chegada do homem na Lua porque gosto muito do espaço e das espaçonaves”.

Henrique – “Minha mãe tem vários filmes do Chaplin e eu gostei muito da criatividade dele, por fazer um filme de comédia mudo”.

Isabela – “Escolhi a foto do Rock Hudson porque era uma pessoa que eu não conhecia e nunca tinha visto uma foto dele”.

Lara – “O Einstein foi muito importante e famoso e quero saber mais sobre esse cientista”.

Luiz Guilherme – “Eu gosto muito de aviões e foi o Santos Dumont que inventou”.

Maria Clara – “A Carmen Miranda chamou minha atenção, achei ela bonita e engraçada. Acho que ela foi uma grande cantora e atriz”.

Mateus – “Escolhi a foto do nosso planeta visto da Lua. Quero saber mais sobre o mundo em que vivemos”.

 
5º ano B

Fernanda – “Minha mãe coleciona fotos antigas, por isso escolhi a Carmen Miranda. Conheço a foto dela, mas não sei nada sobre sua vida”.

Graziella – “Fui a um museu com minha mãe para conhecer Santos Dumont e quero saber mais sobre ele”.

Guilherme – “Escolhi o Hitler porque quero saber porque ele fez mal para tantas pessoas”.

Isabella – “Quero saber por que antigamente as mulheres não podiam votar por isso escolhi a foto da urna”.

Luisa – “Acho que Einstein foi um cientista maluco e quero saber sobre a vida dele”.

Mariana – “Escolhi o muro de Berlim porque quero saber como foi que ele caiu”.

Vitória – “Escolh o homem na lua porque sempre vejo programas sobre isso com meu pai”.

Ymad – “Escolhi o Elvis porque sempre escuto suas músicas e gosto muito”.

Yuri – “Quero aprender mais sobre o homem na lua”.

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