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Depois dos alunos do Fundamental II e Ensino Médio foi a vez dos pais e convidados participarem da palestra da advogada e especialista em direito digital Patrícia Peck.

Uma das pessoas mais experientes e credenciadas para falar sobre o assunto, a Dra Patrícia explicou sobre os cuidados que devemos ter ao utilizar as redes sociais, como agir para proteger a privacidade e imagem, além de citar os problemas criados com o excesso de exposição.

Para os alunos a palestra foi de grande valia, despertando grande interesse e fazendo-os refletir, afinal nasceram em uma era digital e hoje a internet e redes sociais fazem parte da sua rotina. Mesmo os menores, que não poderiam ter perfis criados em redes sociais sem a autorização e inscrição realizada pelos próprios pais, que são os responsáveis legais, possuem páginas com o seu perfil.

No caso de uma denúncia de cyberbullying, por exemplo, ou mesmo com a criação de um perfil falso por um menor de idade, os seus responsáveis é que respondem ao processo. Por esta razão, os pais também foram convidados para participar de um encontro especial onde Patrícia orientou sobre a melhor maneira de agir e também colocou muito bem quais são os papéis da escola e da família na orientação das crianças e jovens para adquirir uma postura ética e segura.

“Com esta palestra pretendemos harmonizar o trabalho educacional, estreitando as relações entre família-escola, visando ao diálogo e ao conhecimento sobre este tema tão importante”, explica o diretor Ciro de Figueiredo.

Algumas dicas da Patrícia:
– Dê o exemplo, use a tecnologia de forma ética, segura e legal;
– Conheça as leis, elas se aplicam a Internet;
– Proteja sua identidade digital;
– Respeite a opinião das pessoas e aprenda a criticar sem ofender;
– Respeite os direitos autorais e cite a fonte e o autor;
– Reflita antes de publicar algo nas redes sociais, depois não tem como se arrepender
– Só use imagens e fotos autorizadas para publicação.

www.criancamaissegura.com.br

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Para finalizar o estudo sobre nutrição e os distúrbios alimentares nas aulas de Fisiologia e Comportamento, o professor Roberto Trindade convidou uma nutricionista para conversar com os alunos do 9º ano.

Geórgia Lasse, nutricionista pós-graduada e com vasta experiência na área, elaborou uma apresentação para a palestra baseada nas questões que recebeu anteriormente dos próprios alunos.

“Vamos falar sobre a nutrição, como profissão, sua história e, principalmente sobre a importância de uma alimentação balanceada na resolução de grandes problemas da atualidade. Hoje, 90% dos grandes problemas de saúde no mundo estão ligados à nutrição”, contou Geórgia.

Desde a antiguidade e os tempos mais remotos, se falava da importância da alimentação. Hipócrates dizia que o alimento seria o melhor remédio e observou que os indivíduos obesos morriam precocemente. Já se falava também que para alcançar qualidade de vida e saúde era necessário aliar atividade física a uma alimentação saudável e balanceada.

A palestrante também falou sobre todos os nutrientes e suas funções no organismo apresentando a pirâmide alimentar que deve ser seguida por todos. Apresentou e explicou também cada um dos distúrbios alimentares, como bulimia, anorexia e obesidade.

Os alunos assistiram a um vídeo impressionante sobre o desperdício e a desnutrição.

Antes de terminar o encontro os alunos puderam fazer outras perguntas, que foram respondidas com muita propriedade pela convidada e em seguida, realizaram uma prova texto sobre o tema.

Veja as fotos da palestra.

Ricardo Oliveira, pai do aluno Tiago, do 3ºA, esteve no Friburgo no início de abril para contar sua experiência vivida na Amazônia. Ricardo foi até Porto de Trombetas, cidade construída por uma empresa que extrai a bauxita para fazer latinhas de alumínio, para verificar os níveis de poluição do meio ambiente.

Entre outras coisas, ele contou que a maioria dos trabalhadores são índios que moram próximo a região.

Veja algumas curiosidades anotadas pelos alunos:

– Na Amazônia os insetos são maiores do que os de São Paulo.
– O boto cor de rosa não é mansinho, muito pelo contrário, ele é bem bravo.
– Na Amazônia se vê animais e insetos por toda parte. Você precisa olhar o sapato antes de calçar e não pode pendurar roupas no varal porque os macacos pegam para fazer seus ninhos.
– Na Amazônia chove todos os dias.
– Os animais mais perigosos da Amazônia são a onça pintada e a piranha.
– A cobra sucuri tem 8 metros e consegue engolir um bezerro inteiro. A anaconda e a sucuri são primas.
– Na cidade Porto de Trombetas a língua mais falada é Inglês.

Esta atividade mostrou mais uma vez a importância da integração família-escola. Agradecemos ao Ricardo a dedicação e disponibilidade neste importante encontro.

Neste final de março, o professor de Geografia do Fundamental II, Leandro Duarte, preparou uma palestra especial para explicar para as turmas de 4º e 5º ano do Fundamental I como os terremotos e maremotos são formados.

Em uma apresentação utilizando o programa Power Point, Leandro mostrou onde se localizam as placas tectônicas e como elas se movimentam. Explicou sobre a Escala Ritcher que mede a magnitude de um terremoto e também sobre os riscos que podem alcançar outros locais. No caso do Japão, por exemplo, depois do terremoto e da consequente chegada dos tsunamis, mais de 20 países receberam sinal de alerta.

Depois de todas as explicações, os alunos participaram ativamente com muitas perguntas, inclusive sobre o mercado financeiro.

Para encerrar a palestra, Leandro falou sobre a energia nuclear e explicou como funciona um reator.

Aproveite para ver a apresentação e também entender os últimos acontecimentos na terra do sol nascente, clique aqui.

Os alunos do 2º ano A receberam o pai da aluna Luiza, no dia 10 de agosto, para aprender um pouco mais sobre a imigração japonesa no Brasil.

Alexander Yamaguti, arquiteto, é neto de japoneses que vieram para o Brasil em 1908, a bordo do navio Kasato-Maru. Esta foi a primeira viagem trazendo japoneses para trabalhar nas fazendas de café, que tanto precisavam de mão de obra.

As crianças ficaram sabendo que naquela época muito difícil para a população o governo japonês fazia campanha para que famílias inteiras viessem para o Brasil. Os cartazes espalhados pelo país diziam: “No Brasil existe uma árvore que dá ouro: o cafeeiro. É só colher com as mãos.”.

E assim como muitos, os avós de Alexander vieram para o Brasil e foram morar em Marília para trabalhar com a plantação de café e algodão. Depois se mudaram para Miracatu, no Vale do Paraíba, para trabalhar, desta vez, na plantação de bananas.

O casal e seus filhos vieram morar em São Paulo onde nasceram os netos e bisnetos.
Estas e outras informações puderam ser acompanhadas pelos alunos em uma apresentação de Alexander na sala de mídia do Friburgo. Fotos antigas da família e muitas ilustrações das influências japonesas em nosso cotidiano foram mostradas para a turma.

Yamaguti escreveu na lousa digital alguns ideogramas japoneses e deixou todos muito curiosos. Contou sobre a culinária, com sushis e temakis, sobre os arranjos floridos chamados de ikebanas, e também sobre as milenares artes marciais. Mas quando falou sobre os tradicionais origamis (dobraduras) – e contou que sabia fazer – as crianças ficaram eufóricas. Por esta razão, Alexander vai conseguir um horário em sua agenda para fazer com os alunos uma oficina de origami.

Outro momento muito curioso foi a apresentação de Osamu Tesuka, o criador
dos principais desenhos animados japoneses das décadas de 50 e 60 e que faz sucesso até hoje, como “A princesa e o cavaleiro” e “Kimba, o leão branco”, que serviu de inspiração para Walt Disney criar a famosa história do Rei Leão.

O encontro foi muito proveitoso para o trabalho que vem sendo realizado em sala de aula. A turma agradeceu a presença de Alexander e todos posaram para uma foto que certamente fará parte do portfólio do trabalho do 2º ano.

Clique aqui e veja a galeria de fotos deste encontro.

Projetos e atividades que têm o meio ambiente como foco principal fazem parte da rotina dos alunos do Friburgo, afinal, o Colégio prioriza não só o contato com a natureza como também uma grande preocupação com a sua preservação. Mas, para marcar a Semana do Meio Ambiente, recebemos um convidado mais do que especial neste dia 9 de junho.

Ricardo Young, empresário, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), da Presidência da República, até dezembro de 2006, fundador do Instituto Ethos, conselheiro de organizações em Amsterdã, Londres e Zurich, e com uma carreira de envolvimento profundo com as questões ambientais, veio falar especialmente com alunos do 9º ano e com as turmas do Ensino Médio. Ricardo também é candidato ao senado pelo Partido Verde nas eleições deste ano.

O diretor Ciro de Figueiredo, que também participou do evento, disse se sentir orgulhoso, porque entre tantas qualidades do palestrante, uma delas é especial: “Ricardo teve seus quatro filhos estudando no Friburgo. É um batalhador e um homem muito ativo na política e nas questões ambientais”, apresentou o diretor do Friburgo.

Ricardo contou que resolveu aceitar o desafio de se candidatar, pela primeira vez, a um cargo político porque agora é o momento da sociedade brasileira se mexer para modificar a situação do planeta. A palestra girou em torno de uma famosa frase do escritor irlandês George Bernard Shaw – “Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem ‘Por quê?’ Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo ‘Por que não ?’”

O palestrante fez questão de frisar a importância de pensarmos no futuro do planeta, adotando um comportamento sustentável que garanta que as gerações futuras tenham as mesmas condições de vida que as gerações atuais. “Nosso futuro pode ser muito diferente, com grandes oportunidades de desenvolvimento pessoal e tecnológico, mas temos que repensar nossos atos, e nosso consumo. Como disse o grande Gandhi ‘Seja a mudança que você quer ver no mundo’. Essa é a frase que devemos seguir para conseguir um mundo melhor”, explica Ricardo.

Após a palestra foi aberto espaço para perguntas e colocações dos alunos. Lucas Campos, do 2º ano do Ensino Médio, se levantou, pegou o microfone e, mesmo assumindo estar um pouco nervoso perante a plateia, disse: “O ser humano tem uma capacidade enorme para elaborar coisas e por esta razão também é capaz de modificar o mundo em que vivemos. Eu estou fazendo a minha parte e espero que todos também façam”. Neste momento o teatro inteiro aplaudiu o que deve ser o pensamento e atitude de todos nós.

Ricardo Young destacou dois elementos muito importantes na fala do aluno Lucas. “Primeiramente é preciso existir a solidariedade entre as diferentes gerações, e depois todos precisam ter muita esperança em dias melhores porque temos a capacidade de superar as dificuldades que estamos vivendo”, encerrou o palestrante.

Os alunos do Fundamental I também foram a fundo neste tema nas aulas de Artes, produzindo um material muito bonito que foi exposto na entrada da escola e a turma do curso Oficina Literária, do Período Ampliado, preparou poemas. Um deles feito pelos alunos Max, Manuela e Laura do 4ºB, com o título “Meio Ambiente, não. Ambiente inteiro, sim!” foi lido por alunos do 2º ano na abertura da palestra de Ricardo Young e foram muito aplaudidos.

Clique aqui para ler o poema e veja também as fotos dos trabalhos.

Depois de trabalhar em sala de aula sobre o tema Biodiversidade os alunos iniciaram um intenso trabalho de pesquisa. No laboratório de Informática, na biblioteca e até mesmo em casa, os alunos recolheram todas as informações possíveis sobre o tema escolhido pela Assembléia Geral das Nações Unidas para representar o ano de 2010.

Este é um momento de reflexão. Precisamos pensar na preservação porque também fazemos parte deste meio ambiente. E não poderia ser diferente, afinal temos que mudar este quadro e moramos no país que possui a maior biodiversidade do planeta.

Com a pesquisa a turma do 5º ano leu e descobriu muitas coisas. Mas juntamente com as informações surgiram muitas dúvidas. Para solucioná-las o Prof. Carl, responsável pelas aulas de Biologia do Ensino Médio, foi convidado para um encontro especial onde responderia todas as perguntas dos alunos, que antecipadamente relataram para o professor.

Entre os assuntos mais comentados estavam o sagui e a questão do pulmão do mundo. Todos dizem que a Amazônia é o pulmão do mundo, mas segundo o professor Carl, a floresta está em equilíbrio. Ou seja, a quantidade que ela produz de oxigênio é consumida pelos próprios organismos da floresta. Por esta razão o correto é dizer que os pulmões do mundo são os oceanos porque todos os microorganismos produzem oxigênio.

Quanto ao sagui, este simpático animal que vive aparecendo pelo espaço do Colégio, Carl contou que ele é um bio-indicador. “Ele mostra que o local está em perfeitas condições para sobrevivência dos animais. Por isso devemos ficar felizes com a sua presença no espaço do Friburgo. Mas não podemos alimentá-los. Os saguis só podem se alimentar com os frutos do local e que estão habituados, caso contrário podem até morrer”, alertou o professor durante a palestra.
 
O encontro foi muito produtivo e antes mesmo de terminar já estava com data marcada para ser repetido. Realmente o assunto é extremamente importante e abrange muitas informações. Uma única palestra não deu conta da curiosidade e da “fome de saber” desta turminha cheia de perguntas.

Veja algumas perguntas que fizeram parte da lista elaborada pelos alunos:
– Por que a Unesco escolheu este tema para o Ano Internacional de 2010?
– Quais os seres que podem ajudar a combater o aquecimento global?
– Como o aquecimento global interfere na biodiversidade?
– É verdade que a Amazônia não é o pulmão do mundo?
– O que além do homem interfere na biodiversidade?
– Como os animais microscópicos são descobertos?
– O desmatamento e a poluição estão mudando o que na biodiversidade?
– Por que todas as partes da biodiversidade são importantes para completá-la?
– Quantas espécies de animais, plantas e microorganismos são conhecidos aproximadamente?
– O clima interfere na biodiversidade?
– Quais plantas marinhas produzem oxigênio?
– Por que a biodiversidade é um sistema em constante evolução?
– Os microorganismos ao considerados bactérias?

Em breve outro encontro acontecerá e mais perguntas serão respondidas, e certamente outras tantas surgirão. Afinal, esta turma está entusiasmada com o assunto e poderá, futuramente, fazer toda a diferença.

Palestra sobre a gripe suína reúne todos os funcionários

Na manhã desta quarta-feira, 12 de agosto, todos os funcionários do Colégio Friburgo e Casinha Pequenina foram reunidos no Teatro Grande Othelo para um encontro muito importante e esclarecedor sobre a gripe Influeza H1N1.

Os professores Carl, de Biologia, e Ana Maria, de Ciências, prepararam uma palestra sobre a gripe, suas formas de contágio, prevenções e novos hábitos que devem ser adquiridos por toda a população.

Esta palestra também será apresentada para alunos no retorno às aulas, com enfoque especial nos cuidados para a prevenção. Informações sobre a doença e uma cartilha de prevenção já estão disponíveis no site. Clique aqui e acesse.

Além de funcionários e professores, a escola também está preparada para recepcionar os alunos com algumas importantes mudanças. Cartazes de orientações estão espalhados pelos diversos espaços, displays com álcool gel e toalhas de papel disponíveis em todas as salas de aula e departamentos, os bebedouros adaptados para utilização apenas com copos descartáveis, telefones públicos ficarão cobertos para evitar a sua utilização, além, é claro, de solicitar sempre que todos deixem portas e janelas abertas para maior ventilação e que alunos que apresentem sintomas não frequentem a escola. Pensar no coletivo é de vital importância. Toda a Comunidade Friburgo na luta contra o vírus.

Pressão, correria, dúvidas e muita ralação. Não tem jeito: em tempos de preparação para encerrar o Ensino Médio e prestar o temido vestibular para o Ensino Superior, a vida do aluno vira de cabeça para baixo. Como uma boa preparação é essencial nesses momentos, o Friburgo promoveu uma atividade diferente no encerramento das aulas do 1º semestre para os alunos do 3º ano do Ensino Médio. Durante a manhã da sexta-feira, 27 de junho, eles assistiram à palestra “Tendências do Vestibular”, ministrada pelo professor Silvio Soares Moreira Freire, do cursinho Atrium.

Durante quase três horas, Silvio esmiuçou alguns dos principais vestibulares do país, deu preciosas dicas aos estudantes, esclareceu dúvidas sobre carreiras e faculdades e explicou a importância de tirar uma boa nota no Enem. “Chegou o momento de deixarmos de ser risonhas e acomodadas hienas para nos tornarmos águias, que, com visão apurada, buscam os melhores lugares. Ficar com medo ou, no outro extremo, paranóico, não adianta. Há dificuldades, mas não é um bicho monstruoso quando você se prepara antes. Na vida, há seleção em todo canto. Até para casar”, explicou ele, quebrando o clima de tensão na sala.

Segundo Silvio, o vestibular mudou e o peso da decoreba diminuiu. Hoje, com questões mais sofisticadas, é preciso investir nos “diferenciais” e não apenas ficar memorizando. “Quem presta Direito na USP é forte em quê? História e Geografia. O que define quem entra são outras disciplinas, como Matemática e Física”, esclareceu ele. Outro ponto que precisa ser valorizado pelos alunos é o Enem. A prova, que antes era apenas uma opção, já se tornou praticamente obrigatória para quem quer cursar uma boa universidade. “Cera de 20% da nota do vestibular vem do Enem. Dá um tiro no pé quem pensa em ir mal para ferrar a escola. Como essa prova ajuda a levantar a nota do vestibular, tem gente que passa porque vai bem nela”.

Com vídeos, gráficos, estatísticas e muitos exemplos, a palestra ajudou vários alunos a tirar dúvidas. Já outros ficaram assustados com a concorrência. “Essas reações são normais. O importante é que estejam conscientes delas e se esforcem para superá-las. São Paulo tem mercado para 200 novos advogados a cada ano. Só a Unip forma 900 novos profissionais anualmente. Não se trata de ser o melhor, mas de conseguir entrar mesmo. Por isso, tão importante quanto saber por onde ir é saber aonde se quer chegar”, finalizou Silvio Freire.

10 mandamentos para se dar bem na hora H

– O peso da redação na maioria das provas é bastante alto. Assim, defina antes em qual gênero você investirá. Se seu forte for dissertação, nem perca tempo lendo as outras propostas.

– Por melhor que o aluno seja, se for lento, terá mais dificuldades. Treine para responder mais rápido aos testes, às questões e para escrever a redação.

– Faça a prova direto à caneta. Nada de usar lápis e depois passar a limpo.

– No vestibular não dá para tirar dúvidas. Acostume-se desde já a não ficar perguntando ao fazer provas na escola. Também procure respeitar o tempo. Bateu o sinal, não tem papo: as provas são recolhidas.

– Cuidado com a letra, pois ela também é critério de seleção. Especialmente, quando é indecifrável.

– Participe de simulados. Eles são ótimos momentos de treinamento e ajudam a entrar no clima.

– Valorize o Enem. A nota nessa prova só será considerada se ajudar a levantar a média. Portanto, prejudicar é que não vai.

– Cuidado com ditados do tipo “quem faz a faculdade é o aluno”. Eles são verdadeiros apenas em parte. Ainda que o esforço pessoal e a busca individual sejam determinantes para o sucesso, o grau de qualidade varia nas faculdades. E na hora de prestar provas como a da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), podem fazer a diferença.

– Não pense apenas nas grandes universidades públicas paulistas. Há outras ótimas faculdades particulares onde vale à pena estudar. Também não despreze universidades de fora de São Paulo. Alguns dos melhores cursos estão nelas.

– Não seja como uma hiena: distraída e risonha. Mas também não se torne paranóico. Viva com qualidade e mantenha sempre o equilíbrio.

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